Como será que as crianças brasileiras que moram fora do país veem o Brasil? Esta é a ideia do concurso internacional de desenho “Brasileirinhos no Mundo”, organizado pelo Ministério das Relações Exteriores.
O tema escolhido foi “O meu Brasil”, e a partir dele os pequenos artistas desenharam como se lembravam da sua terra.
Duzentas crianças brasileiras que moram em países como África do Sul, Estados Unidos e Japão enviaram seus desenhos. No dia 10 de março, dez deles foram premiados por sua criatividade e técnica e ganharam kits com livros, DVDs e CDs infantis.
A Folhinha mostra com exclusividade o desenho dos três primeiros colocados:
Fotos Divulgação 1ºlugar - Layra Pires de Brito (Nagóia)
Fotos Divulgação A canção "Marcha Soldado" virou desenho animado...
"Peixe Vivo", "Atirei o Pau no Gato" e "A Velha a Fiar". Você diria que são conhecidas canções de roda, certo? Mas agora elas viraram também desenho animado na série "Cantigas de Roda", que estreia no próximo sábado no canal pago TV Rá Tim Bum.
No episódio "Se Esta Rua Fosse Minha", um menino sente ciúmes com a chegada de sua irmãzinha. Já no desenho "Casinha de Cupim", uma menina entra em um livro e vive uma aventura fantástica.
"Cantigas de Roda" ganhou o prêmio de melhor animação no festival Anima Mundi 2009. A série será exibida aos sábados e domingos, às 12h50 e às 21h50.
Os muques do marinheiro Popeye devem ficar ainda mais turbinados quando surgirem em 3D. A revista "Variety" informou que a animação será produzida pela Sony Pictures, mas ainda não tem previsão de lançamento nos cinemas.
Popeye foi criado em 1929 na versão quadrinhos. Depois virou desenho animado e também apareceu nos cinemas, em 1980. Mas dessa vez ele, Olívia e Brutus foram vividos por atores reais, não por desenhos animados.
Foto Divulgação Soluço e Banguela, do filme "Como Treinar o Seu Dragão"
No filme "Como Treinar o Seu Dragão" (Dreamworks), que estreou ontem, faíscas saem da tela em sua direção e você parece pegar carona e voar com o dragão Banguela. Isso é possível graças à técnica 3D.
Na Folhinha de hoje você descobre como o 3D consegue causar o efeito de profundidade. Leia a continuação da reportagem abaixo:
O segredo da magia do 3D está em oferecer uma imagem diferente pada cada olho. Com duas imagens sobrepostas, tem-se a sensação de profundidade. Isso não acontece com uma foto comum ou com a tela da TV, em que os dois olhos veem a mesma imagem.
O doutor Carlos Morimoto, do Departamento de Ciência da Computação da USP, explica que há várias formas de mostrar uma imagem diferente para cada olho. A mais comum é usar os óculos 3D. "Alguns livros em 3D trazem óculos com uma lente azul e outra vermelha, e imagens compostas por traços em azul e vermelho. Ao ver as imagens sem os óculos, percebemos uma imagem borrada. Quando colocamos os óculos, a lente vermelha filtra os detalhes em azul, e o olho atrás da lente vermelha só vê o desenho em vermelho. E o outro olho vê apenas o desenho em azul. Mas o cérebro combina os dois desenho diferentes e a gente tem a sensação de 3D."
Cinema 5D?
Imagine a cena: o personagem entra numa floricultura e você, em sua poltrona, começa a sentir o cheiro ambiente. Um carro choca com o outro e você sente o impacto. Recentemente, em um shopping de São Paulo, foi feita uma sessão de cinema 5D. Além de assistir ao filme em 3D, o espectador sentia os impactos e os aromas sugeridos pelas cenas. Pelo visto, a tecnologia quer mesmo nos levar para dentro da telona!
Dores de cabeça
O filme "Avatar", em 3D, lota os cinemas do país. Mas, com duas horas e meia de filme, algumas crianças saem da sessão reclamando de dor de cabeça ou tontura. Será que o 3D faz mal para a vista?
"A dor de cabeça pode ocorrer porque você não está acostumado com o movimento de mudanças de plano que o 3D exige do seu olho durante o filme", explica o oftalmologista Newton Kara José Junior.
O mesmo acontece com algumas pessoas quando leem no carro em movimento. "A imagem focada muda constantemente de posição devido ao movimento do carro. E o cérebro tem que se esforçar mais para manter o foco. Alguns não toleram este esforço adicional e se sentem mal. Mas nenhum dos dois faz mal para os olhos", completa o doutor Newton.
Quando vemos TV isso não acontece pois nossos olhos se deslocam lateralmente, mas o plano para onde olhamos _a tela da TV_ é sempre o mesmo.
Mas o doutor Carlos alerta: talvez o problema esteja na sua vista, como uma miopia. Portanto, se a dor de cabeça acontecer repetidas vezes, o melhor é procurar um médico.
Agradecimento: Espaço Unibanco Pompeia
Foto Marcelo Justo/Folha Imagem Isabelly Christina da Silva, 10, com seus óculos 3D
A escritora inglesa Cressida Cowell conta que sempre foi apaixonada por dragões quando era criança e adorava ler livros em que essas criaturas apareciam. Mas não entendia uma coisa: por que eles sempre tinha o mesmo jeitão (eram enormes lagartos verdes alados)?
A imaginação da autora foi bem além dessa imagem desses lagartos gigantescos. Já adulta, ela criou uma série em que um garoto de 11 anos tem um dragão como bicho de estimação. Sucesso entre as crianças na Inglaterra, a história de Soluço e Banguela foi parar no cinema, na animação “Como Treinar o Seu Dragão”, que estreia hoje nos cinemas brasileiros.
Depois do lançamento do primeiro livro, “Como Treinar o Seu Dragão”, a autora já escreveu outros sete. E está trabalhando no nono volume no momento. O primeiro livro da série acaba de ser lançado no Brasil, pela editora Intrínseca (confira abaixo).
Leia a seguir entrevista que Cressida deu para a Folhinha, por e-mail.
COMO TREINAR O SEU DRAGÃO Tradução de Heloisa Prieto 224 páginas R$ 19,90
Bate-papo
Qual foi sua inspiração para criar Soluço e os outros garotos? Queria escrever uma história de um garoto que estivesse achando difícil se encaixar no grupo e se parecer com seu pai. Soluço [Hiccup, em inglês] tem onze anos no começo do livro. Essa é uma idade quando um menino começa a deixar a infância e entrar na adolescência. Nessa fase, as crianças começam a pensar em que tipo de adultos vão se transformar. É comum as crianças acharem que têm que ser iguais a seus pais e demoram a perceber que podem ser elas mesmas.
O pai de Soluço é chefe da tribo dos Hooligans Cabeludos. Todos esperam que Soluço herde a liderança do pai quando este morrer. Há uma pressão extra no fato de Soluço não ser o garoto violento e briguento que os vikings tanto admiram. Os outros garotos menosprezam Soluço por achar que ele é fraco. Mas, na verdade, ele é o contrário disso: é muito forte por aguentar a pressão de não se encaixar no tipo de viking que seus amigos e seu pai esperam que ele seja.
Fui inspirada a criar esses personagens e a escrever essa história porque essas são pressões comuns que as crianças encaram no dia a dia. Exagerei a situação do Soluço e o transportei para o tempo fantástico dos vikings, mas os problemas são os mesmos. Recebo muitas cartas de crianças dizendo o quanto se identificam com Soluço.
Pode nos contar mais sobre o dragão Banguela? Sempre amei dragões. Para os vikings, eles são criaturas mágicas que têm a habilidade de viver nos quatro elementos (água, ar, terra e fogo). A premissa dos meus livros eram: e se os dragões existissem? E a questão que toda a série está respondendo é: se dragões realmente existiram, o que aconteceram com eles? Onde estão agora?
Gostava de dragões na infância? Ainda que eu tenha amado os livros com dragões quando era criança, sempre quis saber por que eles sempre tinham a mesma aparência: um grande lagarto verde com asas. E eu me diverti muito criando várias espécies [de dragões]. Misturei as características de diversas criaturas para criar um novo animal fantástico. Por exemplo, no meu último livro, “How to Break a Dragon’s Heart” (como quebrar o coração de um dragão, em inglês), há um tipo de dragão que foi uma mistura de tubarão e raia gigante. Há dragões camaleões, dragões com chifres na ponta do nariz e dragões menores do que a unha do dedo. Quando eu estava inventando essas criaturas todas, imaginei: como seria incrível se você pudesse ter um dragão como um animal de estimação? Seria o melhor pet do mundo! Foi aí que criei o personagem Banguela.
Qual é o seu dragão preferido? O meu preferido é o Banguela, mas tenho um carinho especial por Stormfly, que aparece pela primeira vez no sexto livro [da série]. É um dragão muito bonito, uma espécie de camaleão que muda de cor conforme seu humor.
Por que as crianças são tão fascinadas por essas criaturas? Acho que as crianças amam tanto dragões e dinossauros por várias razões. Uma deve ser porque adoram a sensação de sentirem medo, e dragões e dinossauros são tão incrivelmente grandes e magnificamente adornados com presas e dentes. Então você tem a sensação do medo, mas o conforto de também saber que eles estão completamente extintos.
O que achou do filme? O filme é absolutamente fantástico. Eu gostei muito, muito. É espetacular e excitante, mas é também muito emocionante e tocante. A cena do voo do dragão no filme é gloriosa, uma das melhores cenas de voo que já vi na vida. Você realmente sente como se estivesse voando com o dragão.
Entendo as razões por que eles fizeram alterações como o tamanho do dragão Banguela. Se você está fazendo um filme sobre dragões em 3D, ficaria meio desapontado se o herói não pudesse montar no dragão e voar com ele.
[No livro, Banguela é menor do que aparece no filme.]
Foto Sueli Takejame/Divulgação Lago Orion, em Aldeia da Serra (Barueri, SP)
"Pedimos a manutenção do nosso direito de passear com nossas famílias de humanos.”
Esta frase está em um abaixo-assinado diferente: as assinaturas de pessoas foram trocadas pela marca das patinhas de cachorros, gatos, jabuti e até de cavalo.
A iniciativa é da menina Sofia Sales, 12, moradora de Aldeia da Serra (Barueri/SP). Ela e os vizinhos estão preocupados com o projeto de construção de um novo condomínio na região. Se isso acontecer, parte das matas ao redor do lago Orion, que abastece a aldeia, será destruída.
Ela conta como teve a ideia. "Eu sempre passeio em volta do lago com o meu cachorro e achei que ele _como os outros animais que passeiam por lá_ não ficaria nada feliz com a destruição das matas."
Para divulgar a iniciativa, a menina postou um vídeo em seu blog (www.sousofia.com.br). E convidou vizinhos e amigos do colégio para ajudarem a recolher as patinhas.
Astro da saga "Crepúsculo", o ator britânico Robert Pattinson, quem diria, virou peça de museu! Foi inaugurada hoje sua estátua no Museu de Cera da Madame Tussauds, em Londres.
"Fomos inundados de pedidos para que ele entrasse no Madame Tussauds", explicou Liz Edwards, relações públicas.
A estátua levou quatro meses para ser feita e custou US$ 225 mil.
Pattinson, nascido em Londres, virou ídolo da noite para o dia graças ao sucesso de seu personagem, o vampiro Edward Cullen, do romance de Stephenie Meyer.
Antes o ator foi visto em dois episódios de outra popular saga literária-cinematográfica, Harry Potter.
Neste fim de semana você tem um encontro com um mago, um monstro, uma deusa e um guardião da floresta. Eles estão em três livros que serão lançados pela editora Escrita Fina.
No sábado, a escritora Heloisa Prieto lança "A Vida Secreta de Merlim", sobre o mago mais famoso da literatura. Trechos da obra serão lidos pela atriz Ligia Borges.
E no domingo a ilustradora Janaína Tokitaka estreia como escritora, lançando dois livros de uma vez: o infantil "Tem Um Monstro No Meu Jardim" e o juvenil "A Sétima Noite de Verão".
As autoras estarão presentes nos eventos para conversar com as crianças e autografar os livros.
"A Vida Secreta de Merlim" Quando: sábado, 27/3, das 15h às 17h30 Onde: Livraria Cultura do shopping Market Place Shopping (av. Dr. Chucri Zaidan, 902)
"Tem um Monstro no Meu Jardim" e "A Sétima Noite de Verão" Quando: domingo, 28/3, das 16h às 18h30 Onde: Livraria Cultura do shopping Market Place
Pense em um coelho gigante. Pensou? Agora pense em um coelho gigante de chocolate.
O escultor sul-africano Harry Johnson pensou, e moldou o "bichinho" de 3,82 metros de altura e três toneladas (três mil quilos) em apenas três dias! Ele é conhecido como o escultor mais rápido do mundo.
Para não derreter no calor de Johanesburgo, cidade da África do Sul onde está exposto, o coelhão tem que ficar dentro de uma espécie de geladeira de vidro, que conserva sempre a temperatura em 18 graus.
Depois de uma semana em exibição, a escultura será quebrada em muitos pedacinhos, e vai virar presente de Páscoa para 250 crianças carentes.
Atualmente, é um coelho de chocolate brasileiro que tem o recorde de maior escultura de chocolate do mundo. Ele foi feito em Santa Catarina em 2009, e exibido em um shopping center. Tinha 2,8 toneladas (dois mil e oitocentos quilos) e 3,4 metros de altura.
Fotos Letícia Moreira Alê Kroner (com o dado) disputa o jogo "Tabuleiro das Águas" com os irmãos Breno e Kenzo Ishibashi
Você dá banho no cachorro com balde ou com mangueira? Fecha a torneira na hora de escovar os dentes ou deixa a água escorrendo? Desliga o chuveiro quando se ensaboa?
Essas são algumas perguntas que você enfrenta num dos jogos interativos da exposição "Eu, Tu, Água", em cartaz no Sesc Interlagos. Lá você vai descobrir várias curiosidades sobre a água do nosso planeta.
Os amigos Alê Kroner, 9, Kenzo Ishibashi, 10, e seu irmão Breno, 8, foram conferir. Um guia bem divertido, o Lucas Molina, acompanhou os garotos.
Eles aprenderam de onde vem a água que bebemos, para que ela serve e como podemos preservá-la. "Aprendi sobre o rio Capivari, que eu não conhecia", conta Alê.
O que mais chamou a atenção das crianças foram os jogos interativos, como caça-palavras, labirinto e um tabuleiro gigante, em que cada casinha no chão tinha uma mensagem ecológica.
Elas acharam a exposição pequena, mas bastante divertida. Breno gostou do terrário. "É tipo um aquário grande onde você coloca várias camadas como se fosse a Terra", explica o menino.
Seu irmão Kenzo preferiu o jogo de tabuleiro gigante "Natureza Molhada", em que cada quadradinho no chão traz uma boia com uma mensagem ecológica. "Gostei de aprender sobre a quantidade de água que tem no nosso corpo. É bem mais do que eu pensava", diz Kenzo.
Para quem quiser aprender como fazer um terrário, o Sesc oferece oficinas às sextas-feiras, às 9h30 e às 14h. É preciso agendar por telefone.
Os irmãos Kenzo (de azul) e Breno observam o terrário
Para conferir: Exposição "Eu, Tu, Água" Onde: Sesc Interlagos (av. Manoel Alves Soares, 1100, parque Colonial; tel. 0/xx/11/5662-9500) Quando: de quarta a domingo, das 9h às 17h. Até 25 de abril Quanto: de R$ 1,50 a R$ 7
Fotos Divulgação Este é o Magoo, que já está velhinho e banguela
No último dia 13,a ONG Adote um Gatinho achou um dono para o felino número 3.000 (desde 2003). E olha que era um dos mais velhinhos: o Magoo, 15, que tem só três dentinhos na boca...
O nome foi inspirado no Mr. Magoo, um personagem de desenho cego que só se mete em confusão. É que, quando o felino chegou na ONG, há três anos, não enxergava nada por causa de um trauma na cabeça, conta Susan Yamamoto, fundadora da Adote um Gatinho.
Com tratamento, ele voltou a ver tudinho, mas ainda é um tanto desconfiado. "Ninguém o queria porque ele já era velho, assustado e preto e branco. Mas ganhou uma dona de confiança, que já adotou cinco gatos", diz Susan.
Levar para casa um gato adulto tem suas vantagens, explica a Juliana Bussab, também fundadora da ONG. "Ele já tem personalidade formada, é mais fácil saber se é parecida com a sua. E não precisa de alguém cuidando 24h por dia, como o filhote."
Muitos são assustados como o Magoo. Então, para ganhar sua confiança, nada de agarrá-lo! Puxe amizade chamando-o para a brincadeira com bolinha ou fios, que eles amam.
"Mas sem pegar ou colocar no colo. Ele vai entender que a criança é amiga e procurá-la, ir para sua cama à noite...", explica Juliana.
Quem ficou com vontade de xeretar mais histórias como a do Magoo ou de adotar um felino pode ir ao site www.adoteumgatinho.org.br.
Mas, antes de sair escolhendo um, converse com seus pais sobre quem vai dar de comer, limpar a caixa de areia, levar ao veterinário... Essa é uma responsabilidade para boa parte da sua vida, já que o gato vive, em média, 15 anos.
Vira de um lado, gira de outro, o objetivo é deixar cada lado do cubo com uma mesma cor.
Assim é o cubo mágico, um dos brinquedos mais conhecidos do mundo. Inventado nos anos 1970, já foi lançado em vários modelos. Agora o cubo ganhou uma versão para deficientes visuais, criada pela empresa alemã Konstantin Datz (conforme reportagem divulgada na revista Época online de 17/3).
No lugar das cores para identificar os diferentes quadradinhos, são usadas palavras em braile (escritas com pontos em alto-relevo). Para montar o quebra-cabeça, basta deixar cada lado do cubo com as mesmas palavras.
É uma boa ideia, mas o modelo ainda não está à venda.
Para comemorar o Dia Mundial do Teatro para Infância e Juventude, nada melhor do que...ir ao teatro.
O espaço Itaú Cultural (av. Paulista, 149; tel. 0/xx/11/2168-1776) apresenta uma programação especial que vai até domingo. Todas as atividades são grátis.
Amanhã a festa começa às 19h, com o lançamento do I Catálogo Livre Teatro Infantil (Aeroplano/Funarte) e coquetel com curtas apresentações da Cia. Rodamoinho ("Poesia Andante") e do grupo Caixa de Imagens ("Travessia").
Às 20h acontece um sarau (uma reunião para festejar) para crianças, com trechos de espetáculos bacanas que estiveram em cartaz ano passado:
Teatro da Gioconda (espetáculo "Histórias de Chuva – Gênese"), Cia. da Tribo ("Quixote Caboclo"); Cia. Noz de Teatro ("100 + Nem Menos"); As Meninas do Conto ("Buuuu!! A Casa do Bichão") e Cia. da Revista (Odisséia de Arlequino).
O Dia Mundial do Teatro para Infância e Juventude é comemorado em 80 países no dia 20 de março.
A ideia da data é lembrar como o teatro enriquece a vida de crianças e adolescentes por meio da arte.
Foto Flávio Moraes/Divulgação Buuuu!! A Casa do Bichão
Será que as brincadeiras lá da África são parecidas com as nossas?
Um jeito divertido de descobrir isso é convidar seu professor, seus pais, ou qualquer outro adulto a participar da Oficina de jogo Tabuleiro-Múndi, que começa em abril.
Lá eles vão aprender a fazer jogos para crianças a partir de quatro anos.
O módulo 1, que acontece dia 8/4 e custa R$ 70 por pessoa, traz jogos do deserto do Saara para brincar na areia. No módulo 2, que será realizado no dia 10/4 e custa R$ 90, o tema é jogos africanos de tabuleiro.
A ideia do projeto é trazer jogos do mundo inteiro para os adultos brincarem com as crianças de diferentes maneiras.
Uma performance diferente para uma conhecida canção: crianças americanas do coral PS22 cantam "Lisztomania" (banda Phoenix), que faz parte da trilha sonora do filme "Onde vivem os monstros".
A letra da canção é bastante triste, mas na boca desses pequenos cantores ela ficou mais leve. Confira:
Fotos Caio Gallucci/Divulgação Snoopy e seu dono Charlie Brown
É possível que você conheça o Snoopy, personagem dos quadrinhos criado por Charles Schulz. Já a turma desse cãozinho não é tão famosa entre as crianças.
Uma boa maneira de conhecer Charlie Brown, Lucy e cia. é assistir ao musical "Meu Amigo, Charlie Brown", que estreia hoje.
Mas a Folhinha também te ajuda a descobrir essa turma, que seus pais devem conhecer bem:
Charlie Brown
O ator Leandro Luna é quem dá vida ao Charlie Brown, que vive se lamentando porque tudo dá errado com ele! Sua paixão é a Garotinha ruiva, mas só de pensar em falar com ela o Charlie já começa a suar frio. É o dono do cãozinho Snoopy.
Sally Brown
Sally é vivida por Mariana Elisabetsky. A personagem é irmã caçula de Charlie Brown. Ela é falante, preguiçosa, e muito alegre, ao contrário do irmão.
Lino
O ator Thiago Machado está no papel de Lino. Ele está sempre com o pensamento distante, mas com o cobertor bem pertinho.
Lucy
Paula Capovilla empresta sua voz para Lucy, a irmã mais velha de Lino. Lucy não é nada fácil: além de briguenta e mandona, vive infernizando o coitado do Charlie Brown. Ela é apaixonada por Schroeder, mas ele não dá a menor bola para ela.
Schroeder
Felipe Caczan é quem faz o Schroeder, que é fã de Beethoven e toca piano muito bem. A Lucy não dá sossego para ele. Fala, fala, fala, enquanto ele toca, toca, toca seu piano.
Snoopy
Snoopy é interpretado pelo ator Fred Silveira. O beagle mais famoso dos quadrinhos é muito inteligente. Até dá uma de psicólogo em alguns episódios. Um passarinho amarelo chamado Woodstock é um dos seus melhores amigos.
Para conferir:
"Meu Amigo, Charlie Brown" Onde: Teatro Frei Caneca (r. Frei Caneca, 569, 6º andar; tel. 0/xx11/3472-2226) Quando: sábados e domingos, às 16h. Até 27 de junho Quanto: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia-entrada para estudantes, idosos e para quem levar uma lata de leite em pó)
Schroeder, Lucy, Lino, Sally, e atrás do Sofá estão Snoopy e Charlie
Parece cena de filme, mas é real. Ainda bem que esse transformer não se move: é uma estátua.
O curioso é que o transformer original é um minicarro que se transforma em boneco (ou um boneco que vira carro, se você preferir). E essa estátua da foto acima é feita de... partes de carros!
Ela integra a 10a Exposição Comercial Internacional de Acessórios de Carros, que acontece hoje na cidade de Pequim (China).
Você não aguenta mais esperar pela estreia dos novos episódios de "Os Feiticeiros de Waverly Place"? Então a Folhinha alivia sua ansiedade e adianta o que vem por aí.
Confira um vídeo com Selena Gomez falando sobre as mudanças em sua personagem Alex:
Além dos novos episódios, o canal pago Disney Channel preparou uma programação especialmente dedicada à série. A maratona começa amanhã, com a repetição de "Feiticeiros Vs. Vampiros" e a estreia de "Os Feiticeiros de Waverly Place: o Filme".
A terceira temporada da série estreia na segunda-feira (15/3), no Zapping Zone. Ela será exibição de segunda a quinta-feira, às 19h.
Poxa, o dia hoje amanheceu cinza. Morreu nesta madrugada o cartunista Glauco, o pai do Geraldinho, personagem que por muito tempo fez sucesso na Folhinha. Ele e um dos três filhos foram vítimas de violência.
Ultimamente, o Glauco fazia as tiras do Capitão Bolachinha, que era tão maluquinho quanto o Geraldinho. Fica um verdadeiro buraco na contracapa do caderno, difícil de ser substituído.
Muitos quadrinistas se inspiraram no trabalho dele. No Twitter, o João Montanaro, que é nosso quadrinista mais jovem (tem 13 anos), disse que “quando criança, copiava os desenhos do Glauco". "Fiz o (o personagem) Doubli pensando no Glauco e no Calvin.”
Tudo vai ser bem mais chato sem as malcriações de Geraldinho e Capitão Bolachinha. Vai aqui uma homenagem para o Glauco, com o nascimento do Geraldinho abaixo.
São muitos os sites que trazem produções feitas por crianças e jovens. O TheOneMinutesJr é um dos bacanas e traz vídeos curtinhos, de 60 segundos, feitos por quem tem entre 12 e 20 anos.
Tem participação de gente de todo o mundo, com animações, documentários e vídeoclipes. Dê uma conferida nas invenções deles em http://www.theoneminutesjr.org
Você deve ficar muitos minutinhos lá. E pode também mandar seu vídeo para participar da rede.
Jack Sparrow é sujo, mentiroso e beberrão. Mesmo assim consegue ser amado pelo público do cinema.
Esse personagem carismático, interpretado por Johnny Depp, fez tanto sucesso que já estrelou três filmes. O último é “Piratas do Caribe: No Fim do Mundo”, lançado em 2007.
No filme, para derrotar o lorde Cutler Beckett e seu temível barco fantasma, Will Turner, Elizabeth Swann e o capitão Barbosa precisam da ajuda de Jack Sparrow. O problema é que ele foi parar no fim do mundo! Barbosa e companhia têm que enfrentar um pirata chinês para conseguir os mapas que os levarão ao resgate.
O terceiro longa da série “Piratas do Caribe” traz novos personagens e abusa dos efeitos especiais. Uma curiosidade: o filme tem uma rápida aparição de Keith Richards, guitarrista da banda Rolling Stones.
Se você ainda não assistiu ou quer rever, o canal pago Disney XD exibirá “Piratas do Caribe: No Fim do Mundo” na próxima sexta, às 22h, com reprise no dia 24, quarta-feira, às 22h, e no dia 30, terça-feira, às 22h.
Fotos Divulgação O quarto de Eliot se transforma no que ele imaginar
Na imaginação de Eliot, bicho de pelúcia se transforma em monstro, jogo de futebol vira Copa do Mundo e no lugar do seu quarto aparece o cenário de mil aventuras.
Em "As Aventuras de Eliot", que estrou semana passada no canal pago Cartoon Network, é como se entrássemos na cabeça de um menino de sete anos, onde acontecem situações mirabolantes.
O desenho é exibido de segunda a sexta-feira, às 9h.
"Achei muito engraçado. Eliot é um menino que tem uma prima e ela vai se casar. Só que o namorado dela é um espião. E o pai do menininho criou uma panqueca quadrada, aí o namorado dela rouba a fórmula e eles tentam pegá-la de volta. O Eliot é muito esperto. Ele é um gênio porque fez um porão que tem um monte de coisa, como se fosse um laboratório de ciências." MARIANA DE CAMARGO SALLES CEZAR, 7
Elenco da Truks manipulam a Bruxinha, personagem da primeira peça do grupo
Há 20 anos nascia a companhia Truks, que é craque na arte de dar vida a bonecos, objetos e sombras. O grupo surgiu a partir do encontro de três talentosos manipuladores: Claudio Saltini, Henrique Sitchin e Verônica Gershman. Já nos primeiros anos o trio descobriu os truques da Truks - ou melhor, a magia do teatro de animação.
No caso da Truks, a técnica de animação mais usada é a do "bunraku", originária do Japão. Nesse jeito de animar os bonecos, há sempre três manipuladores (ou profissionais que dão vida aos objetos em cena). Um manipulador segura a cabeça (e esse é geralmente o mais experiente), outro manipulador segura as mãos e um terceiro manipula os pés. Imagine como eles têm que estar sintonizados nessa tarefa!
Para comemorar essas duas décadas na estrada, o pessoal da Truks, hoje dirigida por Henrique Sitchin, está em cartaz com todo o seu repertório na Funarte.
Na Folhinha de hoje (6/3), leia reportagem sobre o assunto. Confira o vídeo abaixo para saber um pouco mais do trabalho do grupo.
Mostra da Truks >> Funarte (al. Nothmann, 1.058, tel. 0/xx/11/3662-5177) >> “Truks - A Bruxinha” (6 e 7/3); “Cidade Azul” (13 e 14/3); “Vovô” (20 e 21/3); “Gigante” (27 e 28/3); “Os Vizinhos” (3 e 4/4); “Zoo-Ilógico” (10 e 11/4); “E Se as Histórias Fossem Diferentes” (17 e 18/4); “O Senhor dos Sonhos” (24 e 25/4) >> Aos sábados e domingos, às 16h >> Grátis
Fotos Rafael Hupsel Luiza Parra, que conversa com o professor via Orkut e e-mail
Você tem prova amanhã e pintou uma dúvida. Mas é tarde da noite e não tem como resolver essa questão com o professor. Será?
Luiza Parra, 12, mandou um e-mail para o professor Carlos Eduardo Godoy, conhecido como Amparo, professor de ciências da Escola Móbile, de São Paulo. "Ele está sempre on-line e responde rápido", conta a aluna. E a internet salvou Luiza de ir mal na prova.
Esta é uma das histórias que acontecem quando professores e alunos se comunicam pela internet. Você vai conhecer outras na Folhinha deste sábado, 6/3.
Bruno Aly, 11, que se aproximou do professor Amparo por meio da internet
Foto Divulgação Manu Karsten, que trabalha com os animais em seu habitat natural
Não é fácil trabalhar com animais selvagens. Eles exigem vários cuidados e nem sempre aceitam a aproximação humana. Um exemplo do perigo que os treinadores correm foi o que aconteceu recentemente no parque Sea World, onde a orca Tilikum atacou a treinadora.
Aqui no Brasil também há treinadores, biólogos e veterinários que lidam com animais selvagens. É o caso de Manu Karsten, 35, que apresenta o quadro “Selvagem ao Extremo” no "Domingo Espetacular", da TV Record. Ela trabalha filmando animais na mata, em seu habitat natural. Seu cuidado está em ter certeza de que a sua presença é bem-vinda onde o domínio é dos bichos. “Eu tenho que conhecer o comportamento do animal para saber se ele deseja ou não a minha aproximação”, diz a veterinária.
Rodrigo Capote/Folha Imagem O biólogo Giuseppe Puorto no Instituto Butantã, em São Paulo
Giuseppe Puorto, 56, é biólogo e diretor do Museu Biológico do Instituto Butantã. No início de seu trabalho junto às serpentes, Giuseppe foi picado - e envenenado - duas vezes. "Fiquei preocupado e apavorado. Depois disso, mudei de postura. Nunca mais deixei de lado a segurança com as cobras, especialmente as venenosas". Para manusear as serpentes, o biólogo usa um gancho, que mantém o animal a uma distância segura. Depois de dominado, é possível segurá-lo firmemente com as mãos, sem as luvas que só são usadas quando o animal está morto ou há contato com sangue ou feridas. As luvas tiram a sensibilidade das mãos e podem ser perfuradas em caso de picada ou mordida.
Um limite para as feras
No Zoológico de São Paulo, animais como hipopótamos e rinocerontes são treinados dentro de uma estrutura de barras de ferro chamada "brete". Ali eles não conseguem fazer movimentos bruscos que possam machucar os tratadores. No brete eles aprendem, por exemplo, a dar o pé para receber um curativo ou oferecer a orelha para uma injeção. Onças e ursos são tratados da mesma forma, em um espaço dentro de sua própria jaula chamado cambeamento. "A distância entre uma grade e outra é bem pequena, não dá para passar as patas ou as garras", diz a veterinária do Zoo, Paloma Lucin Bosso, 29.
Questão de humor
Os lobos-marinhos do Aquário de Santos são cuidados pela veterinária Cristiane Lassalvia, 39. Ela conta que os bichos podem ter o humor alterado apenas por terem contato com um perfume ou movimentação diferente em sua jaula. Nesse caso, os tratadores utilizam escudos para levar o animal até o cambeamento. Se for o caso, ele pode ser contido fisicamente ou por injeções de anestésico ou antibiótico. "Pode ser um papagaio, mas você deve saber até onde pode ir com ele", diz Cristiane.
Katia Cassaro, 45, coordenadora do Zoológico do Beto Carrero World, em Santa Catarina concorda: "Na biologia nem tudo pode ser calculado. Apesar do treinamento intenso e da relação harmoniosa com o ser humano, acidentes ocorrem".
Richard Rasmussen, que já levou mordida de jacaré
Na Folhinha deste sábado (dia 6/3), você confere mais histórias de especialistas que lidam com animais selvagens como jacaré, tigre e cobra.
Esperar é uma coisa chata... Mas vira motivo de muitas risadas quando dois palhaços entram em cena.
Esse é o mote da peça “Esperando Gordô”, que volta ao cartaz no sábado (dia 6/3), nos palco do Sesc Vila Mariana. A montagem é da companhia Lona de Retalhos.
No espetáculo, os palhaços Chocolate e Batatinha vivem muitas confusões enquanto esperam num circo abandonado um tal Gordô chegar.
Vi a peça com duas atrizes jovens muito boas na linguagem do palhaço: Carina Prestupa e Thaís Póvoa. As duas arrancam risadas da plateia com um só trejeito, uma só careta, uma só palavra.
O nome Gordô tem origem num personagem de um dramaturgo irlandês famoso, chamado Samuel Beckett (1906-1989).
Beckett escreveu a peça “Esperando Godot” (leia “Godô”), que fala sobre dois vagabundos numa estrada abandona à espera de Godot. Aviso: o misterioso Godot nunca chega.
Essa peça de Beckett é um clássico do teatro do absurdo, que foi um movimento que surgiu na França dos anos 50. O nome absurdo é porque os enredos eram absurdos (ou sem sentido) ou nem existiam. O teatro do absurdo era marcado por uma falta de esperança e forte crítica à sociedade da época.
“Esperando Gordô” Quando: dias 6, 13, 20 e 27 de março, às 16h30 Onde: Sesc Vila Mariana (rua Pelotas, 141, Vila Mariana) Quanto: grátis
Se você adora desenhar e quer aprender mais sobre arte, uma dica é o curso “Fazendo Arte no Parque”, que começa hoje no parque Lage (r. Jardim Botânico, 414, Rio de Janeiro; tel. 0/xx/21/3257-1800). O lugar é bem bonito e realmente inspira a gente a pintar.
A Escola de Artes Visuais do parque preparou um curso especialmente para crianças, para você aprender arte enquanto se diverte. As turmas são divididas por idade: de quatro a seis anos, de sete a nove anos e de 10 a 12 anos.
Os encontros acontecem uma vez por semana e você precisa se inscrever. Mas não é de graça: o valor total do curso é R$ 612, e ele acontece até 30 de junho.
Para quem ainda não conhece o parque Lage, vale a pena visitar seu aquário, a gruta, fazer a trilha ecológica que leva ao Corcovado, ou simplesmente relaxar entre suas belas árvores. O parque funciona de segunda a domingo, das 8h às 17h. Foto Caru Ribeiro/Divulgação
Se você não perde um episódio da primeira temporada da série "Jonas", saiba que tem mais Kevin, Joe e Nick vindo por aí.
A segunda temporada já está sendo produzida em Los Angeles. Nela, os irmãos Lucas e suas melhores amigas, Stella e Macy, vão para Hollywood passar as férias.
Mas o verão não será nada tranquilo, pois Hollywood oferecerá aos músicos novas e animadas experiências: Nick começa a surfar, Joe ganha um bom papel em um filme e Kevin, quem diria, vira diretor de cinema!
A segunda temporada promete mais músicas inéditas do trio, e a participação especial dos atores Debi Mazar (da série Entourage) e Adam Hicks (da série Zeke e Luther).
Enquanto ela não estreia, você pode acompanhar a primeira temporada de "Jonas" às sextas-feiras, às 19h, no canal pago Disney Channel.
O blog da Folhinha é um espaço virtual para interação das crianças com o suplemento impresso publicado pela Folha de S.Paulo aos sábados. É produzido pela editora, Patrícia Trudes da Veiga, pela editora-assistente, Gabriela Romeu, além de outros colaboradores.
Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Folha Online.