Blog da Folhinha

Um espaço de interação com a criança

 

Aniversário no parque

Imagem: Divulgação

Baú de histórias, uma das atrações do evento


A TV Rá Tim Bum está completando cinco anos! Para comemorar, a turma saiu da telinha e foi ao parque Ibirapuera.

Hoje, das 10h às 18h, o parque oferece uma programação especial para as crianças, em um espaço batizado de Pracinha Rá Tim Bum.

"Aprendendo com os Caça Livros" é um jogo educativo com os personagens da TV. Já a atividade "Experiências com Pequenos Cientistas" traz várias experiências divertidas. E em "Reciclando com Simão", você aprende mais sobre reciclagem e ecologia.

E a pracinha tem ainda uma brinquedoteca e apresentações de contação de histórias, às 11h e às 16h.

A festa começou ontem, e todos estão convidados.  As atividades são grátis, é só chegar!

Escrito por Gabriella Mancini às 11h38

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Sábado animado

Desde segunda-feira, a TV Cultura e a TV Brasil estão exibindo desenhos do projeto AnimaTV. São 17 animações, as mais variadas, todas feitas por brasileiros. Tem desenho de princesa, caubói, baratas (!), cientistas e robôs, mas apenas dois deles - escolhidos pelo público e por especialistas - vão virar série. 

Se você perdeu, ainda resta uma chance de ver as animações. A TV Cultura e a TV Brasil exibem no sábado (dia 30), às 14h30,  uma maratona com todos os episódios.

Convidamos algumas crianças para assistir aos desenhos e dar sua opinião sobre quais deveriam continuar na telinha. São elas André Stephano Falcone, 4, André Santos Fernandes, 9, Marina Stephano Falcone, 11, Bruno Stephano Falcone, 8, Giovana Saraiva Wan, 11, João Vitor Stephano Martins, 12, e Ricardo Semião Castro, 9. Duas das animações ficaram sem comentários, pois os DVDs apresentaram problemas durante a exibição.

Os desenhos mais votados foram Vivi Viravento e Tromba Trem, entre as crianças menores, e Scratch e Platz!, entre as maiores. Elas também gostaram muito de Wilbor e Piratas vs Ninjas vs Robôs vs Caubóis.

Lembrando que esta é apenas a opinião dos nossos entrevistados. Mas ainda não sabemos quais desses desenhos vão virar série. Isso quem vai decidir é a equipe do ANIMATV, que fará uma pesquisa com um público selecionado.

Confira a opinião das crianças sobre os concorrentes (abaixo). E mande pra gente sua opinião também. Não deixa de ser um jeito de escolher o que vai passar na sua telinha.

Vivi Viravento, de Alê Abreu

Certa vez, a menina Vivi ouve sua avó, uma escritora que já viajou o mundo, falar sobre Viravento. Desde então, Vivi segue à procura desse lugar mágico. A animação foi aprovada por todos. 

“É uma menina a principal, mas o desenho é para meninos e meninas."
RICARDO SEMIÃO CASTRO, 9

“Viravento é um lugar cheio de música, onde as flores tocam música, e que tem um monte de bichos fazendo barulho. Gostei do Lanterninha. A cabeça dele acendia.”
BRUNO STEPHANO FALCONE, 8

Scratch, de Fred Luz 

Três baratas detetives tentam desvendar crimes para ajudar um profissional incompetente. Não estamos acostumados a ver baratas falantes nos desenhos animados. Por isso, no início, a turma achou essa animação meio nojenta. Mas, no final, ela ficou entre as mais votadas.

“Gostei muito, mas acho que o tema é mais adequado para filme do que para desenho animado.”
MARINA, 11

“É legal porque envolve investigação policial, suspense e um pouco de comédia. E é legal pelo fato de as baratas solucionarem tudo.”
JOÃO VITOR, 12


Tromba Trem, de Zé Brandão 

Esta divertida animação reúne um elefante sem memória, uma tamanduá vegetariana e uma colônia de cupins. Juntos eles viajam e nos apresentam novos lugares. “Nossa, ela é bem rapidinha, hein?”, questionou Bruno Falcone, 8.

“Achei engraçado a Tamanduá imitando uma formiga e dançando igual DJ.”
ANDRÉ STEPHANO FALCONE, 4

“Muito engraçado. Gostei do cupim que fica repetindo ‘quê que é isso, madame!’”
BRUNO, 8

“É bem legal. O elefante cai de um dirigível e vai parar numa floresta. Aí ele tenta voltar para o dirigível e encontra uma tamanduá, um urubu e uns cupins.”
RICARDO SEMIÃO CASTRO, 9

Piratas vs Ninjas vs Robôs vs Caubóis, de João Penna

Inimigos de todo tipo se enfrentam nesta animação, que envolve muita perseguição. Caubói sufoca robô, que tenta enganar pirata, que luta contra ninja. Tudo para roubar uma esponja mágica. Essa mistureba agradou as crianças que assistiram ao desenho. “Parece um videogame”, disse Marina.

“É legal porque tem a perseguição por uma coisa que no final ninguém vai ter.”
MARINA, 11

Wilbor, de Rodrigo Gava

Wilbor é um personagem desastrado que vive se metendo em confusão. Ele não diz nada durante o desenho, mas o narrador - quase um personagem da animação - fala por ele. “O narrador é legal, mas, se a animação fosse mais longa, ia cansar”, observa Ricardo, 9.

“Achei divertido, o Wilbor é desastrado. Nesse episódio ele conhece a história dos ancestrais dele, e são todos fracassados.”
RICARDO SEMIÃO CASTRO, 9

“É engraçado. Achei divertido o carro de bombeiro antigamente ser um elefante.”
ANDRÉ SANTOS FERNANDES, 9

 

Zica e os Camaleões, de Ari Nicolosi

Uma adolescente tenta descobrir quem é. Para isso, conta com a ajuda de camaleões, que "vivem" na consciência da menina. Neste primeiro episódio, Zica está mal-humorada porque é segunda-feira. “Eu também odeio segunda-feira”, diz a Marina. E seu primo João Vitor, 12, completa: “E quem não odeia?”.

“É esquisito, meio estranho...”
MARINA STEPHANO FALCONE, 11

“Os camaleões são o pensamento e a imaginação da Zica. Não entendi porque ela é desenhada em preto e branco e os outros personagens são coloridos.”
JOÃO VITOR STEPHANO MARTINS, 12

“A animação fala sobre ser otário ou não ser.”
GIOVANA SARAIVA WAN, 11

 

Hiperion, de Bruno Vidigal 

Um garoto encontra dois braceletes no jardim de casa e ao vesti-los ganha super-poderes. Mas ele será perseguido até que devolva o hiperion - os poderosos braceletes. Imagine virar um super-herói do dia para a noite? “Bem que eu queria. Poderia bater em todo mundo e voar a qualquer hora”, disse o João Vitor.

“Só achei os bonequinhos meio cabeçudos.”
GIOVANA, 11

“O menino parece meu irmão, é viciado em videogame.”
MARINA, 11

“É uma mistura de Ben 10 com Homem de Ferro.”
JOÃO VITOR, 12


Miúda e o Guarda-Chuva, de Victor Cayres

De um jeito poético e delicado, conhecemos a dona Miúda, que tem um animal de estimação bem especial: uma planta carnívora que ela alimenta com formigas e muito amor. Você gostaria de ter uma planta carnívora em casa? Parece interessante, mas Giovana pensou melhor e completou: “Desde que ela não quisesse me comer”. As crianças não gostaram muito do desenho. Mas é provável que os adultos aprovem a animação.

“As formigas deveriam ser menores. Mas a mensagem que elas passam é legal: um dia você está aqui, no outro pode não estar mais. Por isso, temos que valorizar o nosso dia.”
MARINA, 11

“Não gostei. Achei muito estranho.”
JOÃO VITOR, 12


A Princesa do Coração Gelado, de Zu Escobar

Com a ajuda de seus amigos, a princesa Lucy busca uma maneira de descongelar seu coração. Ela tem que enfrentar o Dr. Dumal, o vilão que quer congelar o coração de todos.

“É filme de princesa, por isso é mais para as meninas.”
ANDRÉ, 9

“O tipo de desenho é interessante, mas a história é chata.”
RICARDO, 9



Platz! Na Cidade, de Paulo Miyada

Platz tem dez minutos para entregar sua pizza. Mas no caminho encontrará vários obstáculos inesperados. Quando o desenho começou e Platz apareceu, todo mundo achou estranho aquele bichinho amarelo. “O que é isso? Um polvo?”, perguntou Giovana. “Parece uma estrela-do-mar”, disse João Vitor. Ninguém chegou a nenhuma conclusão sobre que bicho é Platz. Mesmo assim, o desenho ficou entre os favoritos das crianças.

“Gostei muito. É interessante ver todo o sacrifício que ele faz para entregar a pizza.”
MARINA, 11

“A animação acontece numa cidade futurística, é bem feita. Gostei porque tem perseguição. Como eles não falam nada, tem muita ação.”
JOÃO VITOR, 12

“Gostei. O Platz é fofinho, parece um bichinho de pelúcia.”
GIOVANA, 11


Bolota e Chumbrega, de Frederico Pinto

O desenho mostra as viagens de um gato, um hamster e um cão a bordo de um guarda-chuva. Bruno, 8, torceu o nariz ao assistir: achou que o desenho é para crianças menores. “É para bebezinhos”, concordou André, 9. Já o Ricardo, 9, gostou da animação.

“É para crianças menores, cheio de bichinhos.”
BRUNO, 8

“Gostei, achei bem feita.”
ANDRÉ, 9


Nave Sub-D, de Pedro Aguilera 

Os finos tripulantes da nave G-8 e os viajantes da decadente nave Sub-D não se dão nada bem, mas serão obrigados a conviver com suas diferenças. Os bonecos, que parecem feitos de colagem, e o ambiente sujo e bagunçado da nave Sub-D causaram estranhamento entre a turma. “Esquisito”, disse Giovana. “Estranho”, falou Marina. Na nave Sub-D, uma barata é animal de estimação.

“Achei meio nojento e muito sem noção.”
JOÃO VITOR, 12

“Não gostei. O tipo do desenho é muito feio, os traços. E o estilo do começo não tem nada a ver com o do final, não combinam.”
MARINA, 11

“Só achei engraçado na hora em que a tripulante da G-8 começa a xingar todo mundo.”
GIOVANA, 11


Vai Dar Samba, de Humberto Avellar

A loja do seu Viola se transforma no Clube “Vai Dar Samba”. A cada episódio, uma canção conhecida vira história. A primeira é “Marinheiro Só”. “Todos os instrumentos são amigos das crianças e todas as crianças têm direito a conversar com eles.” Este é um dos estatutos do Clube Vai Dar Samba. Lá, os instrumentos tocam e as crianças traduzem essa música em conversa. A história da animação se passa antigamente. “Ainda está no tempo do bonde!”, notou Bruno, 8.

“Achei médio. Não é dos meus favoritos.”
BRUNO, 8

“Gostei das músicas e é bem feito o desenho.”
RICARDO, 9



Historietas Assombradas, de Victor-Hugo Borges

Uma velhinha conta histórias aterrorizantes para seu neto de 11 anos. Desenhos com traços estranhos são usados para contar histórias de assombração. João Vitor aprovou a ideia e ficou com vontade de ver mais. A animação ficou entre suas duas favoritas.

“Gostei muito, a história e os personagens são bem desenvolvidos. Ficou entre os meus favoritos."
JOÃO VITOR, 12

“Eu gostei. Parece o [filme] 'Abracadabra', da Disney.”
GIOVANA, 11


Abílio e Traquitana, de Henrique Barone

Conhecimento e diversão se misturam quando um inventor e sua maquineta entram em cena. No primeiro episódio, você vai aprender mais sobre vagalumes e louva-a-deus, e também sobre a invenção da lâmpada e do cinema. “A natureza é sempre muito interessante”, diz um cientista da animação.

“Gostei. A máquina é bem grande e legal. E usa óculos escuros.”
ANDRÉ, 4

 

Escrito por Gabriella Mancini às 00h01

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Folhinha de 30 de janeiro

Saiba o que estará nas páginas da Folhinha de amanhã:

>> Na reportagem da capa, crianças contam como encaram as mudanças de turma ou de escola na volta às aulas.

>> Três garotas entrevistam o elenco do filme "High School Musical - O Desafio", versão brasileira do "HSM" americano.

>> Sua mochila escolar está meio batida? Confira dicas para ela ficar renovada - sem que você precise comprar outra.

>> No segundo episódio da minissérie de Teresa, a menina decide virar bicho. Coitado do cão Ovídio!

>> Confira tiras de Adão e João Montanaro.

Escrito por Gabriella Mancini às 17h43

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Mito marubo no teatro

 
 

Mito marubo no teatro

Cena do espetáculo "Raptada pelo Raio", da Cia. Livre, em cartaz em São Paulo

Vitória Dell’Aringa Rocha tem 11 anos, adora escrever e curte teatro. Ela assistiu ao espetáculo "Raptada pelo Raio", da Cia. Livre, que está em curta temporada na Casa Livre. Confira o que ela achou da peça.

“Raptada pelo Raio”, baseada em um mito dos índios marubos, é diferente, começando pelo espaço onde é apresentada: a plateia fica dentro do palco e parece fazer parte do cenário.
Com a intenção de estimular os nosso cinco sentidos, são usados diversos e variados recursos: desde teatro de sombra e marionete até vídeo, perfume, barulhos e música ao vivo.
Em certo momento, o público é convidado a se acomodar em redes. E recebe vendas nos olhos. A proposta é trabalhar a capacidade de percepção e a relação entre os seres, consigo mesmos e com os mortos. Achei o modo de fazer isso original.
Apesar de ser indicada para toda a família, acho que, para entender esse mito indígena da maneira como é contado e cantado, é preciso ter uma mente aberta, ser um pouco mais maduro. A linguagem utilizada não é fácil, e, às vezes, é um pouco confusa. É uma ótima dica para quem gosta de teatro experimental.

Atores em cena da peça, em que a plateia senta em redes em determinado momento

Quer conferir?

"RAPTADA PELO RAIO"

Onde: Casa Livre (rua Pirineus, 107, Barra Funda; tel. 3257-6652)

Quando: sextas e sábados, às 21h; domingos, às 19h

Quanto: cada um paga quanto pode

 

Escrito por Gabriela Romeu às 22h39

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Dia de chuva? Vá ao cinema!

Na Folhinha do dia 23/1, falamos sobre dois filmes que acabam de estrear nos cinemas: "Astroboy" e "O Fada dos Dentes".

O primeiro conta a história de um menino-robô que vivia em Metro City, uma grande cidade que ficava no céu! Ele foi criado por um cientista que perdeu seu querido filho. Depois de ser rejeitado pelo seu criador, o robôzinho acaba caindo na Terra e tem que se defender de pessoas que querem usar o seu poder para enriquecer.

Confira o trailer:

Em "O Fada dos Dentes", um jogador de hóquei que não deixa ninguém acreditar em sonhos e fantasias é convocado para o mundo das fadas e recebe uma missão: ele tem que ser uma fada dos dentes por duas semanas! O filme é bem divertido.

Confira o trailer:

Escrito por Camilla Costa às 15h59

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Elementar, meu caro leitor

 Foto: Divulgação

Três importantes obras de arte acabaram de sumir do Museu Britânico, em Londres. Quem será que foi o culpado? Hum.... isso é mais um caso para um grande detetive: você! Já pensou?

No site do novo filme Sherlock Holmes (o loga tem classificação indicativa de 14 anos), que está nos cinemas, você pode fingir que é o famoso detetive da literatura inglesa em um jogo online. Ele se parece com Scotland Yard, o jogo de tabuleiro no qual também é preciso desvendar casos de Holmes, só que é mais fácil.

Depois de fazer um cadastro no site www.warnerlab.com.br/sherlockholmes, você é autorizado a resolver um caso misterioso, colhendo as pistas deixadas pelo criminoso em vários lugares espalhados pelo mapa de Londres. Quando tiver desvendado o mistério, pode começar a resolver outro! São três histórias, cada uma um pouco mais complicada do que a outra.

Escrito por Camilla Costa às 14h55

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456 anos de São Paulo

Imagem: Divulgação

Espetáculo teatral "Trenzinho Villa-Lobos"

 

Puxa, São Paulo já está velhinha! Hoje ela completa 456 anos!

Quem mora em São Paulo pode reclamar de engarrafamento, de poluição, mas não pode se queixar das opções de lazer. São tantos teatros, museus, cinemas e atrações que não falta opção para sair de casa.

Nada melhor do que atrações culturais para comemorar o aniversário da cidade. E todas grátis. Haverá shows, teatro, apresentações de dança e música.

Para as crianças, a dica é dar um pulo no Espaço Catavento (www.cataventocultural.org.br), que abre hoje por causa da celebração. E também assistir a "O Trenzinho Villa-Lobos", da Cia Articularte.

O espetáculo usa bonecos para contar a história deste músico e compositor brasileiro. O mais legal é que várias músicas dele são apresentadas na peça (e elas são bem bonitas!).

Ele será apresentado hoje, às 11h, no Teatro Plínio Marcos (Rua Clélia, 33. Tel. 0/xx/11 3864-3129).

Parabéns, São Paulo!

 

Escrito por Gabriella Mancini às 09h06

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Maratona animada

 

Animação "Jajá, Arara Rara", de Fred Mathias

Na segunda-feira, dia 25, tem maratona de animação brasileira na TV Cultura. É o resultado do AnimaTV, que traz 17 desenhos feitos por animadores de diversos Estados do país. Duas das animações vão virar série!

No vídeo acima, você já tem uma ideia do que personagens como as meninas Miúda e Vivi, o garoto Nicolas, Bum e Bod (uma dupla de carrapatos), a arara Jaja e o cão Bolota, entre diversos outros, vão aprontar na telinha.

Confira em http://blogs.cultura.gov.br/animatv/ mais informações sobre as animações e os horários e leia nos posts abaixo entrevistas com alguns dos criadores das animações.

Escrito por Gabriela Romeu às 18h01

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Na rota de Viravento


Criador do curta “O Espantalho” e do longa “O Garoto Cósmico”, o animador Alê Abreu leva às telinhas a história de uma menina que é cheia de aventura e poesia. Leia a seguir o que ele conta sobre sua nova animação, “Vivi Viravento”.

Quem é Vivi?
Vivi é a neta da mundialmente famosa Rosa Rara de Viravento e acompanha a avó nas viagens que ela faz. Numa dessas viagens, a avó conta um segredo sobre o lugar onde ela vai buscar as ideias para suas histórias fantásticas, um lugar chamado Viravento. É daí que vem o nome delas! Vivi reconstrói em seu diário os lugares que visita, seguindo as pistas deixadas pela avó e criando novas paisagens em busca de Viravento.

Ah, conte um pouco como é esse lugar chamado Viravento?
Viravento é um lugar fabuloso e "super-surpreendente" (tente falar isso bem rápido, a Vivi nunca consegue). É lá onde nascem as ideias! Tem de tudo em Viravento. Na floresta de Viravento, por exemplo, as cachoeiras só existem porque as águas brincam de escorregar nas pedras. Uma banda de bichos e árvores passa o dia afinando os instrumentos porque à noite tem espetáculo, mas antes a Lua acende seu holofote e a chuva faz aplausos com o rio: plac! clac-plac! plac! clac-plac-clac!

Você diz que usou “elementos do documentário televisivo no seriado de animação”. Pode explicar um pouco a linguagem que você buscou na animação?
É que Vivi adora fazer vídeos e fotos de suas viagens. Ela sempre faz anotacões em seu diário com desenhos e colagens. Então, o seriado é uma mistura do desenho animado com estas imagens da Vivi, revirando e recriando os lugares que visita em buscas de pistas para Viravento. É um passeio nos diários de Vivi Viravento.

Qual é a técnica usada nesta animação?
É um desenho animado que parece um diário, cheio de colagens, com desenhos de canetinha, lápis de cor, giz de cera, fotos recortadas e tudo o que Vivi encontra pela frente em suas viagens. No episódio da Amazônia, ela cola até folhas de verdade em seu diário!

Que viagens a personagem faz já no primeiro episódio?
No primeiro episódio, vamos de barco pelo rio Amazonas e descobrimos os sons misteriosos da floresta. E também muitas pistas para Viravento, seguindo o rastro de uma “estrela-vagante”, um inseto que é “molhado de luz”.

Se virar uma série, quais outras aventuras Vivi vai viver?
Vivi vai rodar o mundo com Mochilão e Lanterninha, seus companheiros de viagem, embora ninguém acredite que a mochila e a lanterna da Vivi falem e andem. O Mochilão é como um pequeno gorila amarelo, metido a sabe-tudo, que guarda as coisas da Vivi em sua barriga. O Lanterninha um chipanzé serelepe com orelhas de coelho! Nas primeiras aventuras em busca de Viravento, vamos para o Japão, Canadá, Marrocos, Espanha, Grécia...

O que mais você gosta em Vivi?
A Vivi acredita que tudo pode acontecer!

Escrito por Gabriela Romeu às 03h42

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Carrapatos malucos

Almir Correia, autor de livros como “Anúncios Amorosos dos Bichos” e “Trava-Língua, Quebra-Queixo, Rema-Rema, Remelexo”, inventa umas histórias bem malucas. Em “Carrapatos e Catapultas” (http://carrapatosecatapultas.blogspot.com), ele vai surpreender você com as aventuras de Bum e Bod, carrapatos que têm bicos de pato. Confira abaixo o que ele fala sobre essa dupla.

Pode contar curiosidades do seu processo criativo e de produção para a história de "Carrapatos e Catapultas"?
Em uma semana de estresse, de repente, surgiu a expressão carrapatos e catapultas. Primeiramente, eu pretendia escrever um livro. Fiz até pesquisa sobre carrapatos e sobre catapultas. Não sabia ainda como juntar essas duas palavras em uma ideia que desse uma boa história. Veio, então, o edital do AnimaTV para oficina de desenvolvimento de projeto e eu resolvi me inscrever.

O que surgiu a partir daí?
Fui imaginando um mundo diferente, em outra galáxia, onde os carraPATOS, carrapatos bicos de pato, viveriam sem carros e sem a tecnologia que estamos acostumados. O principal veículo de transportes seria então a catapulta. Eles morariam em prédios de pedra (sem elevador) e desceriam em seus paraquedas embutidos em suas carapaças. Nesse mundo, a maioria quer engordar e explodir para ir morar no Mundo dos Carrapatos Fantasmas. Quase todos, Bum é uma das exceções. A maioria dos carraptos é de adolescentes, pois seus pais já explodiram. Bum é o único que tem um telefone com o qual fala com sua mãe fantasma.

Sua história é cheia de “nonsense” (ideias malucas, sem sentido). Por que isso costuma a atrair tanto as crianças?
O “nonsense” faz parte do nosso mundo. A loucura está aí no dia a dia. E tem que ser engraçada. A nossa série é para rir em primeiro lugar. E então estará com certeza atraindo crianças e adultos também. Ainda não tenho o retorno das crianças, mas os adultos têm rido em sua maioria. Esse é o objetivo. Existe muita crítica social também, mas isso fica em segundo plano.

Se a animação virar uma série, o que mais esses personagens, Bum e Bod, vão viver?
Já temos roteiros de seis episódios, com muitas loucuras: 1) O ataque de Jack , o sugador; 2) Bod, rei; 3) Toma que o ovo é teu: Bum é perseguido por uma carrapata que quer fazê-lo chocar um ovo; 4) Popbol: uma partida de futebol dos carrapatos com uma bola de pipoca gigante; 5) Pegando onda (uma ida à praia, onde surfistas carrapatos surfam pelados (sem as carapaças) e têm ondas amestradas; 6) A chegada do Baixinho (o carrapatinho mais chatinho que já se viu e que vem morar com o primo Bum (este, na verdade, será o primeiro episódio, pois o Baixinho vai participar de todos os outros). Quase todos os episódios terão a participação de Bum, Bod, Baixinho e Bolão.

Escrito por Gabriela Romeu às 03h29

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Por trilhas brasileiras

Humberto Avelar já dirigiu curtas de animação sobre temas bem brasileiros, com personagens como o Saci e a Iara (na série “Juro que Vi”), produzidos pela Multirio, empresa da Prefeitura do Rio de Janeiro. Agora, para o AnimaTV, a escolha foi percorrer por um ritmo pra lá de brasileiro: o samba. A seguir, leia a entrevista sobre a animação “Vai Dar Samba”.
 
Quem são os personagens de “Vai dar Samba”?
As histórias se passam num clubinho mágico do samba composto por cinco crianças.
São elas: Catoco, o líder e orador do clube, Pandeco, o pandeirista atrapalhado com jeito de malandro, Nonoco, o destrambelhado poeta, Rosinha, a romântica incorrigível que cria um sapo de estimação na esperança de transformá-lo um dia num príncipe, e Filô, a pimentinha do grupo. Além das crianças, temos o Seu Viola, um velhinho professor de violão, que é avô de Catoco e dono da loja mágica de instrumentos, onde o clubinho se reúne secretamente.
 
Por que escolheu o samba como tema da animação?
Estou acostumado a trabalhar com temas brasileiros, temos muito a oferecer. Acho que o mercado já está cheio de desenhos com monstros e alienígenas. E o samba é um ritmo, um estilo, conhecido no mundo inteiro, tem a cara do Brasil. Foi um jeito que escolhemos para falar de Brasil e de infância. É uma ideia que dá margem a muitas opções de desenvolvimento e formatos. Espero que “Vai Dar Samba” inspire outros autores a explorarem esse caminho.

Qual é a técnica utilizada no desenho?
É a 2D, em que a animação é feita no papel ou numa mesa digitalizadora, um desenho após o outro. Geralmente, são feitos 24 desenhos para um segundo de animação.

Por que escolheram a técnica 2D?
A animação “Vai Dar Samba” tem um toque, um aroma, saudosista. O desenho se passa num Brasil contemporâneo, mas não definimos em qual cidade exatamente. Tem um pouco de Minas, um pouco da Lapa [bairro do Rio de Janeiro]. A técnica de animação em 2D, por ser uma das mais antigas e tradicionais, nos remete aos desenhos clássicos que assistimos na TV e nos transporta para esse universo tão familiar. Apesar de ser muito artesanal (afinal, desenhamos todos os desenhos necessários para a ilusão do movimento), a finalização do processo, envolvendo cores, movimentação de câmera e montagem, é feita no computador. Na verdade, a animação 2D também se modernizou e é a técnica adotada em alguns sucessos do momento na TV, como “Ben 10” e “As Aventuras de Billy e Mandy”. O resultado casou muito bem com o aroma saudosista que embala a série, permitindo ainda que o ritmo e personagens modernos estivessem à frente da ação.

É mais difícil criar em 2D ou em 3D?
A criação é igualmente difícil em ambas as técnicas. Aliás, é ela que define o astral e o conceito do projeto. As técnicas de 2D, 3D, stop motion e outras tantas funcionam apenas como ferramentas para o criador. É verdade que algumas ideias se prestam mais para finalização em determinadas técnicas mas, de qualquer forma, a criação está além dessas ferramentas.

As crianças vão aprender sobre música, sobre samba no desenho animado?
Os episódios trazem pinceladas sobre o que é música e sobre como ela funciona. Fazem uma analogia entre a vida e a música. Por exemplo, fazem um paralelo entre as relações das crianças e as relações musicais. Falam da harmonia da música e da harmonia na vida.

Como assim?
No episódio que planejamos para a canção “A Canoa Virou”, por exemplo, a turminha tem que lidar com noções de harmonia musical. Nessa aventura, todos querem tocar seus instrumentos ao mesmo tempo e o resultado não dá em boa coisa. Afinal, para uma canoa ir pra frente, todos têm que remar juntos e harmonizados na mesma direção. Daí, abrimos para uma discussão sobre a importância do tempo, espaço e importância de cada um numa equipe. São assuntos como esse que, com bom humor e sem pretensão de dar lições, vão direcionar as histórias e brincadeiras. Por fim, todas essas questões irão culminar num samba, amarrando cada episódio.

Existem outras animações que tenham o samba como tema?
Nos anos quarenta, a Disney nos presenteou com o Zé Carioca, um personagem brasileiro criado num momento onde a “política da boa vizinhança” era importante e estratégica para os Estados Unidos. Nessa época foram lançados os longa-metragens “Alô, Amigos” e “Você Já Foi à Bahia?”. Víamos, então, em alguns momentos muito simpáticos a inclusão do samba. Zé carioca e Pato Donald cantaram e dançaram, acompanhados até por Aurora Miranda, irmã da estrela Carmem, canções como “A Marcha do Sapateiro” e “Os Quindins de Iaiá”. Desde então, não assistimos nada animado com esse embalo tão brasileiro. Sem falar que essas foram produções estrangeiras. Portanto, acho que essa é a hora de falarmos com as crianças através de nosso próprio sotaque. Um sotaque totalmente brasileiro, mas que visa as crianças de todo o mundo. Certamente é um tema que “vai dar samba”.

Escrito por Gabriela Romeu às 03h08

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No mundo de Zica

Zica é uma menina que tem o que dizer. E ela tem camaleões que também têm! A personagem, criada por Ari Nicolosi, é um dos desenhos animados mais voltados ao público mais crescidinho, com idades entre 12 e 14 anos. No bate-papo abaixo, Ari conta um pouco sobre a animação “Zica e os Camaleões”.

Quem é a Zica e como você acha que ela vai atrair crianças e adolescentes?
Zica é uma adolescente com dons artísticos que se sente meio diferente no mundo em que  vive. É uma menina antenada, inconformada, não é uma adolescente superficial, vai fundo em suas ideias e acha que tem o que dizer. Zica vive o dia a dia de uma adolescente comum, a diferença está justamente na forma como ela enxerga e traduz os fatos. Existem vários momentos em suas histórias com os quais o público deve se identificar, porém ela tem suas próprias soluções, o que a torna uma personagem bem interessante, com muita atitude e personalidade.

Pode explicar melhor quem são os camaleões do título?
Os camaleões são hóspedes que dividem com a Zica seu quarto, que está sempre trancado. Eles só existem ali dentro e ninguém mais sabe sobre eles. Como Zica é uma adolescente cheia de conflitos (por exemplo, ela se apaixona por um menino que faz o tipo conquistador padrão e não tem nada a ver com o ideal de namorado que ela imagina), os camaleões são seus fiéis conselheiros. Mas os três nunca entram num acordo. Às vezes, eles mais confundem do que ajudam.

Tudo vai sempre acontecer dentro de seu quarto? Ou ela vai transitar por outros universos? Como são pensados os cenários nas animações?
Zica sempre vive situações no mundo lá fora e traz aquilo que mais mexe com ela para o "seu mundo" (o seu quarto), onde produz arte. E dá-lhe grafites nas paredes, desenhos, coisas que escreve em seu blog, músicas que compõe... Essa é a válvula de escape da menina! Mas ela quer que sua arte chegue nas pessoas!

Qual é a estética (a cara visual) que vocês buscaram em “Zica e os Camaleões”? Por que escolheu esse caminho?
A série “Zica e os Camaleões” vem do desejo de uma adolescente de ver seus desenhos, ideias e músicas transformados em desenho animado. Então, o visual da série é todo baseado na arte da própria Zica e se divide em dois momentos: Zica, que se sente meio estranha em relação ao mundo em que vive, é preta e branca, assim como seus amigos próximos. As demais personagens são coloridas e os cenários também. O quarto em que Zica vive, que ela chama de “meu mundo”, é todo branco e roxo, suas cores prediletas.


 
Como foi pensada a trilha sonora da animação?
A trilha da série parte das mesmas influências musicais que a Zica tem em relação ao seu trabalho como compositora. Ela gosta de ouvir rock das antigas, coisas dos anos 70 que ela descobriu fuçando na coleção de CDs do pai. A trilha é parte fundamental de uma animação e requer muita atenção, pois ela é importantíssima na compreensão do que se pretende passar da história, dando os climas, pontuando as ações e reforçando as gagues. Afinal, animação em grande parte é feita de exageros!
 
Se a Zica virar série, quais "aventuras" ela deve viver?
Nós já temos seis roteiros completos e mais sete argumentos, o que corresponde a primeira temporada. Nessa temporada, ela sofre desencontros com Caio, sua paixão, surge um triângulo amoroso, ela faz uma nova amiga, tem vários desentendimentos com Stephanie e Gaby, suas colegas de escola, tenta chamar a atenção do pai, sua banda aparece num programa de auditório (por sinal, sua banda se chama Zica e os Camaleões), nota transformações no seu corpo. A temporada preenche o ano letivo e termina em suas férias. Bom, já entreguei muita coisa, o resto é surpresa!

Escrito por Gabriela Romeu às 02h42

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Exército musical

Um exército musical! Sim, um monte de gente (380 alunos e 23 compositores, além de vários produtores e outros profissionais da música) participou da gravação do CD “Guri Convida” (MCD; R$ 29,90), que traz 18 músicas.

O disco é resultado do trabalho de professores, crianças e adolescentes envolvidos no projeto Guri. Eles cantaram e tocaram com músicos que fazem os mais variados sons. Tem Zélia Duncan, Arnaldo Antunes, Iara Renó, Siba e outros.

As músicas têm letras legais e falam de variados assuntos: de bichos, de beijo, de trabalho, de ser criança. Os ritmos também destacam a diversidade: rock, pop, rap etc.

Na Folhinha do dia 23/1, você pode ler um pouco mais sobre o assunto. Abaixo, já dá para ouvir o som de duas canções bem legais. A primeira, "Tatu", é uma música de Antonio Pinto, fera em criar trilhas para cinema. A segunda, "Sonho de Criança", é de Max B.O e Thalma de Freitas.

Escrito por Gabriela Romeu às 19h59

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Torcida pelo teatro infantil

Se você gostou muito de alguma peça de teatro em 2009, comece a torcer! Saiu a lista de finalistas do Prêmio Femsa de Teatro Infantil e Jovem, que escolhe os espetáculos mais legais para crianças e jovens deste ano. A boa notícia é que muitos deles devem voltar aos palcos em 2010. Por isso, se você não foi ao teatro no ano passado, dê um toque para seus pais e fique atento às novas temporadas!
 
Os espetáculos infantis escolhidos entre os melhores são “Buuu!! A Casa do Bichão”, “A Odisséia de Arlequino” e “Filhotes da Amazônia”. Um júri formado por especialistas que assistiram a 59 espetáculos vai dizer quais são os melhores. O resultado sai até o fim do primeiro semestre.

Confira a lista e entenda um pouco sobre as categorias:
 
AUTOR DE TEXTO ORIGINAL (prêmio para a pessoa que escreveu uma história nova)
Marília Toledo – “ A Odisséia de Arlequino” 
Evill Rebouças – “A Ciranda do Villa”
Ilo Krugli – “O Mistério do Fundo do Pote”
 
AUTOR DE TEXTO ADAPTADO (prêmio para quem escreveu uma história que já existia de um jeito diferente)
Simone Grande com supervisão de Rubens Rewald – “Buuu!! A Casa do Bichão”
Amauri Falseti – “Com o Rei na Barriga”
Alexandra Golik e Carla Candiotto – “Pinóquio”
 
DIRETOR (prêmio para o "maestro", que coordena todos os atores e profissionais do espetáculo)
Kleber Montanheiro – “A Odisséia de Arlequino”
Marcia Abujamra – “A Bruxinha Atrapalhada”
Ilo Krugli – “O Mistério do Fundo do Pote”
 
CENOGRAFIA (prêmio para a pessoa responsável pelo cenário da peça: é ele que cria os lugares onde acontece a ação)
Marcia Abujamra e Marco Lima – “A Bruxinha Atrapalhada”
Fabio Namatame – “Pinóquio”
Beto Andreetta – “Filhotes da Amazônia”
 
FIGURINO (prêmio para quem fez as roupas usadas pelos atores)
J.C.Serroni e Telumi Hellen –  “O Colecionador de Crepúsculos”
Kleber Montanheiro –  “A Odisseia de Arlequino”
Chris Aizner – “Alice no País das Maravilhas”
 
ILUMINAÇÃO (prêmio para quem iluminou o palco do espetáculo)
Davi de Brito e Vânia Jaconis –  “O Colecionador de Crepúsculos”
Guilherme Bonfanti – “O Travesseiro”
Wagner Freire – “Com o Rei na Barriga”
 
MÚSICA ORIGINALMENTE COMPOSTA (prêmio para quem criou uma ou mais músicas especialmente para a peça)
André Abujamra – “A Bruxinha Atrapalhada”
Sergio Bártolo e Carlinhos Antunes – “Filhotes da Amazônia”
Ronaldo Mota e William Guedes – “O Mistério do Fundo do Pote”
 
TRILHA SONORA (prêmio para quem escolheu as músicas da peça e a hora em que elas tocam)
Marcelo Gianini -  “Esperando Gordô”
Helena Ritto e Cristiano Gouveia -  “Ciranda das Flores”
Bakhy - “A Ciranda do Villa”
 
ATOR (prêmio para o ator principal)
Raoni Carneiro – “A Tragédia de Romeu e Julieta”
Rodrigo Mercadante – “O Mistério do Fundo do Pote”
Daniel Costa – “Pinóquio”
 
ATOR COADJUVANTE (prêmio para o ator que tem um papel secundário)
Giovano Tozi -  “O Colecionador de Crepúsculos”
Carlos Morelli – “Família Dragão”
Silvio Restiffe – “O Travesseiro”
 
ATRIZ
Veridiana Toledo - “A Odisséia de Arlequino”
Manoela Pamplona – “Com o Rei na Barriga”
Maria Laura Nogueira – “A Tragédia de Romeu e Julieta”
 
ATRIZ COADJUVANTE
Daniela Cury – “A Odisséia de Arlequino”
Greta Antoine - “A Odisséia de Arlequino”
Ana Liz Fernandes – “A Tragédia de Romeu e Julieta”
 
REVELAÇÃO (prêmio para o profissional novo que fez um trabalho muito bom nas mais diversas áreas)
Ivan Ribeiro – autor -  “ A Incrível Batalha pelo Tesouro de Laduê”
Romulo Bonfim – “Pinóquio”
Marcos Iki – música originalmente composta – “Com o Rei na Barriga”
 
CATEGORIA ESPECIAL (prêmio que se dá quando a peça tem algo muito bom que não se encaixa em nenhuma outra categoria)
As Graças – pelo conjunto harmonioso de interpretação e contação de histórias no espetáculo – “Tem, mas acabou”
Cia Le Plat du Jour – pelo trabalho de integração de técnicas circenses á linguagem teatral -  “Alice no País das Maravilhas”
Beto Lima, Dino Soto e Sidnei Caria – pela criação dos bonecos – “Filhotes da Amazônia”
 
PRODUÇÃO (prêmio para o profissional que conseguiu dinheiro para a peça, escolheu o local onde ela aconteceu etc.)
Cia da Revista -  “A Odisséia de Arlequino”
Pia Fraus – “Filhotes da Amazônia”
Solução Arte Produções Artísticas e Culturais – “A Tragédia de Romeu e Julieta”
 
MELHOR ESPETÁCULO INFANTIL
“Buuu!! A Casa do Bichão
“A Odisséia de Arlequino”
“Filhotes da Amazônia”
 
MELHOR ESPETÁCULO JOVEM
“O Colecionador de Crepúsculos”
“O Mistério do Fundo do Pote”
“A Tragédia de Romeu e Julieta”

Escrito por Camilla Costa às 17h59

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Reis do tabuleiro

Fotos Letícia Moreira/Folha Imagem

Frói, Isabela, Rani e Rebecca mostram o jogo "Fases Espaciais", inventado por eles

A Folhinha do dia 16/1 está recheada de dicas para as férias. São atividades que você pode fazer em casa, com os amigos, sem precisar gastar muito dinheiro.

Uma das dicas é sobre como criar um jogo de tabuleiro, que você pode conferir os passos aqui.

Em uma tarde de férias, Gabriel Raniere (o Rani), 9, Isabela Cintra,9, Gabriel Freudenthal (o Frói), 9, e Rebeca Haddad de Aguiar, 9, criaram um jogo de tabuleiro a pedido da Folhinha, com a ajuda da especialista Adriana Klisys, da Caleidoscópio(www.caleido.com.br). Primeiro, Adriana mostrou vários jogos muito antigos, como o jogo do ganso, inventado na Itália, no século 16. Depois, ela deu dicas de como fazer um jogo divertido com os materiais que todo mundo tem em casa.

Os quatro amigos resolveram misturar pedaços de jogos diferentes no tabuleiro deles. “Vai ter uma parte de trilha, que nem o jogo do ganso. Tem outra parte em que é preciso acertar uma bolinha de gude no buraco para poder seguir em frente. E no fim, o jogador tem que tirar o número certo de casas até a linha de chegada para poder ganhar”, explicou Rani.

Rapidamente, eles desenharam a trilha em um papelão pintado de vermelho e os monstros para decorar. O tema do jogo era monstros e alienígenas. E o cenário tinha até uma prisão espacial, onde alguns jogadores podiam ficar por até três rodadas! O jogo estava ficando tão bom que eles até pensaram em fazer mais para vender. Mas Frói não gostou muito da ideia: “Se industrializassem esse jogo, ninguém ia saber que foi a gente que fez. Iam achar que foi a loja”. "E a gente não ia precisar fazer de novo", completou Rani.

Depois, as crianças fizeram uma roleta, um dado de sinais e cartas com legendas que dificultavam o jogo. Uma delas dizia: “Se você tem cara de burro, avance uma casa”. Quem se arrisca a avançar?

Aprenda a seguir como fazer um jogo com sua turma.

Materiais

- Papelão
- Cola
- Canetinhas, lápis de cor e tinta
- Tampinhas de garrafa plástica
- Caixas de suco grandes
- Tábua quadrada de madeira
- Prego e martelo
- Clipe de papel
- Transferidor
- Compasso

Dicas da especialista

- Seja criativo. O tema do jogo pode ser faz de conta, floresta, contos de fadas, viagens pelo mundo, mundos imaginários etc.
- Pense primeiro em qual será o objetivo do jogo: somar pontos, cumprir uma tarefa, encontrar a saída ou chegar primeiro ao final da trilha?
- Use recortes de revistas, planfletos e rótulos de produtos para decorar o tabuleiro.
- Aproveite pedaços de caixas de papelão cortados em formatos geométricos para montar os cenários.
- Os peões usados pelos jogadores podem ser feitos de pedrinhas, conchas, argila, biscuit ou tampinhas de garrafa.
- Na hora de desenhar a trilha (caminho que os jogadores têm que percorrer), invente! Elas podem ser quadradas, redondas ou em formatos diferentes, e bem coloridas. A trilha pode ter a forma de uma espiral, estar dentro de um castelo, de uma floresta... até no meio do sistema solar.
- Crie legendas para deixar o jogo mais complicado e interessante. Por exemplo: quem cair na casa 6 tem que voltar ao começo do jogo ou quem cair na casa 18 avança mais cinco casas.
- As legendas também podem estar no formato de cartinhas que cada jogador tira em determinado momento do jogo. Elas também podem ter tarefas divertidas que a pessoa terá que realizar.
- Para tirar o número de casas, você pode fazer um dado ou uma roleta. Outra opção é fazer um dado de sinais, que sirva para dar tarefas aos jogadores, e uma roleta com números, para indicar as casas que cada um tem que andar.

 

 

Mãos à obra

Para criar o peões (personagens do jogo)
1) Separe tampinhas coloridas de garrafas plásticas
2 ) Desenhe os personagens (pode ser de corpo inteiro ou só o rosto) em papelão e pinte os desenhos.
3) Na hora de recortar, deixe um pedaço de papelão a mais na parte de baixo do boneco.
4) Dobre a parte de baixo para trás e cole-a na parte lisa da tampinha.
5) Use fitas adesivas coloridas para prender bem o boneco na tampinha, e ele já está pronto.

 

Dado:
1) Separe as duas embalagens de suco de caixa. O fundo de cada uma delas deve ser um quadrado, com um lado medindo sete centímetros.
2) Desde a base da caixa, conte sete centímetros para cima e corte, separando o fundo do resto da embalagem.
3) Depois de fazer isso com as duas caixas, encaixe o fundo de uma dentro do fundo da outra.
4) Passe fita adesiva ou fita crepe em volta do quadrado para fechar bem.
5) Pinte o dado como quiser. Cada lado pode ter uma cor.
6) Desenhe números, sinais ou frases dizendo o que o jogador tem que fazer em cada lado. Elas devem ser diferentes.

 

Para criar a roleta
1) Use um compasso para fazer um círculo no meio da tábua de madeira.
2) Com um transferidor, divida o círculo em seis partes iguais (é só fazer as marcações de 60 em 60 graus, até voltar ao zero).
3) Depois, use lápis ou hidrocor para ligar cada ponto ao seu extremo oposto e trace uma linha entre eles, usando uma régua. No fim, você deve ter o desenho de uma pizza, com o centro bem visível.
4) Desenhe um número de um a seis em cada parte do círculo e pinte as fatias como quiser.
5) Peça a um adulto para bater um prego exatamente no meio do círculo.
6) Prenda a parte mais grossa do clipe de papel no prego.
7) Para usar a roleta, basta dar um peteleco no clipe e deixá-lo girar. O número para onde ele estiver apontando quando parar é o número de casas que o jogador vai andar.

 

Escrito por Camilla Costa às 00h04

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Fazer bolo é uma festa!

Fotos Letícia Moreira/Folha Imagem

Clarice, 5, Júlia, 4, e Olívia, 5, batem palmas para o bolinho decorado

Fazer bolos (ou bolinhos) é realmente uma verdadeira festa. Decorar bolinhos, então, é a parte mais divertida da festa! E foi o que fizeram uma turminha reunida na casa da Clarice, 5, nestas férias de janeiro. Lá estavam a Júlia, 8, a Julinha, 4, a Fernanda, 5, a Olívia, 5, e a Mariana, 7, todas de lencinho na cabeça e mãos limpas para decorar bolinhos, já assados por adultos.

 

A brincadeira mesmo era decorar os bolos, usando vários ingredientes e muita imaginação. E criatividade foi o que não faltou. Nas misturas de Olívia, por exemplo, tinha tudo quanto é cor! Está certo que, no final, sobrou confete e granulado para tudo quanto é lado. Mas sabe que a mãe da Clarice nem brigou? É férias, né, gente?

 


Julinha, Mariana e Júlia: concentradíssimas na tarefa!

Bem, agora, mão na massa: confira algumas dicas para preparar a sua festa ainda nesta temporada de férias.

Materiais

- Bolinhos prontos, assados em formas pequenas (para empadas e quindins);
- “Fondant” (tipo de pasta que é comprada em loja com artigos para festas) derretido em banho-maria (veja como fazer abaixo);
- Anilinas comestíveis, nas suas cores preferidas;
- Creme de chocolate (ou o que você mais gostar);
- Confetes;
- Granulado colorido;
- Frutas;
- Potes e colheres;
- Forminhas de papel para colocar os bolinhos (outra opção é decorar o bolinho em pratinhos)

Mãos à obra

1) Organize os ingredientes que servirão para decorar os bolinhos em potes; separe as colheres.
2) Coloque o bolinho em forminhas de papel ou num pratinho, onde será decorado.
3) Prepare o “fondant” com a ajuda de um adulto: basta colocar a pasta numa panela e botar essa panela dentro de outra com água (isso é o banho-maria). Deixe a pasta derreter. Distribua o creme em potinhos e pingue umas duas gotas de anilina comestível*.
>> Se não usar o “fondant”, outra opção é pedir para um adulto fazer um creme de chocolate.
* Dica: não demore muito nesse processo, pois a pasta endurece rapidamente.
4) Coloque o “fondant” colorido ou outro creme escolhido em volta do bolo. Essa é a cobertura do bolinho.
5) Agora, salpique granulados ou confetes.
6) Coloque uma frutinha no topo do bolinho, para dar o toque final.

Escrito por Gabriela Romeu às 23h59

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Jardineiras pra lá de contentes

Fotos Patricia Stavis/Folha Imagem

Julia e Patricia mostram o jardim que elas construiram nas férias

Julia, 4, e Isabela Novelli, 7, já sabem como plantar ervas como manjericão e alecrim _elas até ajudaram os pais a cozinhar usando essas ervas cultivadas em casa! Elas ensinaram para a Folhinha como é que se faz um jardinzinho de férias em uma bacia dentro de casa mesmo. "A gente coloca primeiro a pedra, depois a areia e depois a terra", explica Isabela.

Já o minhocário foi diversão pura. Nem uma das duas tem medo de pegar os bichinhos, mas a mãe delas faz cara feia. "Medrosa! medrosa!", dizem as duas juntas. Depois de construir a casa nova desses animais, elas acham que gostariam de ter algumas minhocas de estimação. Mas é preciso devolvê-las ao solo alguns dias depois, para que elas não morram.

Confira os passos para fazer um jardim na bacia e um minhocário em casa. As dicas foram dadas pela especialista Sabrina Jeha, da Sabor de Fazenda (www.sabordefazenda.com.br).

Jardim na bacia

Materiais

- Pedrinhas (brita) ou argila expandida
- Areia de construção (não pode ser da praia)
- Terra
- Mudas de plantinhas (você pode comprá-las ou pedir algumas do jardim da sua avó)
- Regador
- Bacia colorida

Dicas da especialista

- Peça a ajuda de um adulto para fazer cinco furinhos com prego e martelo no fundo da bacia. Isso vai evitar que as raízes fiquem encharcadas pelo excesso de água e matem as plantas.
- Na primeira rega, despeje água até que ela saia pelos furinhos da bacia. Daí por diante, basta molhar o suficiente para deixar toda a terra úmida.
- Use o “dedômetro”: coloque sempre o dedo na terra para saber se ela está seca ou molhada. Se estiver seca, pode regar. Senão, espere e tente de novo no dia seguinte.

Mãos à obra

1) Coloque uma camada fina de pedrinhas _só o suficiente para cobrir o fundo da bacia.
2) Despeje uma camada de areia sobre as pedras.
3) Ponha uma camada fina de terra por cima da areia.
4) Com cuidado (segurando na base do caule e virando o vaso), tire as plantas de dentro dos vasinhos e coloque-as por cima da terra.
5) Jogue um pouco mais de terra por cima, até completar a bacia.
6) Regue com cuidado a terra, até a água sair pelos furinhos do recipiente.
7) Jogue folhas secas por cima da terra, para protegê-la do sol.


Minhocário

Materiais

- Aquário quadrado ou recipiente de vidro quadrado aberto em cima
- Folhas secas
- Material orgânico (folhas verdes, cascas de frutas etc.)
- Terra
- Minhocas
- Caixa de papelão

Dicas da especialista

- Não precisa regar o minhocário.
- Ele deve ficar fechado na maior parte do tempo, porque as minhocas não gostam de luz nem de sol.
- Depois de 20 dias, já será possível ver os túneis feitos pelas minhoquinhas na terra. No fim desse período, é hora de colocá-las de volta no solo. Se elas ficarem muito tempo no minhocário pequeno, podem morrer.

Mãos à obra

1) Forre o fundo do aquário com uma camada de folhas secas.
2) Por cima, coloque uma camada de material orgânico e, em seguida, uma camada de terra.
3) Coloque algumas minhocas na terra.
4) Cubra as minhocas com mais folhas secas, material orgânico e terra e coloque mais minhocas.
5) Coloque mais uma camada de folhas secas por cima da terra.
6) Feche o aquário com uma caixa de papelão do mesmo tamanho (você pode cortar o papelão e transformá-lo em um quadrado do tamanho certo, com fita adesiva).

 

*Kit de jardinagem da Hortelã Brinquedos Educativos (praça Vilaboim, 51A, Higienópolis, 0/xx/11/3667-5952)

 

Escrito por Camilla Costa às 23h53

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Dobre, desdobre

Fotos João Wainer/Folha Imagem

Os primos Diego, 12, Veronica, 9, Ionatán, 7, Caio, 10, e Camila, 7

Se não dá para ir ao zoológico, então leve os bichos para casa! Sua mãe não precisa se descabelar: eles são só de papel, feitos de dobradura.

Quem ensinou um grupo de primos a fazer alguns animais foi a arte-educadora Helena André. Na Folhinha de 16/1, está a receita para fazer uma girafa.

Quer experimentar também? Aqui vão os passos para criar um leão.

Materiais

- 1 folha de origami;
- Caneta.

Mãos à obras

- Dobre a folha ao meio, pressionando-a para marcá-la bem. Desdobre.
- Dobre novamente em direção ao centro, formando uma "casquinha de sorvete".
- Dobre para dentro as pontinhas da "casquinha".
- Dobre as pontas para trás.
- Agora junte as laterais, unindo-as no meio. O resultado é parecido a um triângulo.
- Pegue o lado do triângulo em que parece faltar uma ponta e levante-o em direção à outra ponta, dobrando-o. Você acaba de fazer o pescoço do seu leão.
- Para fazer a cabeça, abra a parte que está levantada, depois dobre-a ao meio. Não una as pontas, senão seu leão ficará sem juba!
- Agora faça a cauda: dobre a ponta em direção ao rosto do leão, como se escondesse seus olhos. Depois, descubra seus olhos, dobrando a pontinha da cauda para o lado oposto.
- Dobre uma vez mais e a cada está pronta. Agora só falta desenhar os olhos, o nariz e os bigodes do seu leão. Está pronta mais uma fera para seu minizoo!

Siga as ilustrações abaixo.

Fonte: o site http://www.origami-club.com/en/animal/lion/lion/index.htm

Dicas

- O segredo do origami é fazer as dobras bem marcadas e com cuidado para não amassar o papel.
- Confira mais informações sobre esse passo a passo em http://www.origami-club.com/en/animal/

 

Escrito por Gabriella Mancini às 23h49

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Uniforme das férias!

Fotos Marcelo Justo/Folha Imagem

A Folhinha reuniu uma turma de amigos com a proposta de criar uma camiseta para o clube das férias. Os amigos Victor Abreu Fonseca, 10, Arthur da Fonseca, 7, Giuliana Niggli de Abreu, 9, e Clara Maria Ferreira de Sousa, 9, logo toparam!

E quem ensinou a turma a fazer a camiseta seguindo os passos abaixo foi a arte-educadora Priscila Okino.

Que tal chamar seus amigos para uma sessão de arte em casa?

Material

- 1 radiografia (chapa de raio-x)
- Pedaço de papelão ou pano (do tamanho da camiseta)
- Caneta de tecido ou marcador de CD
- Tesoura sem ponta
- Cola branca
- Tinta para tecido
- Pincel
- Durex


Mãos à obra

- Com a caneta de tecido, desenhe na radiografia (chap) o molde para a camiseta. Crie o que quiser (sol, lua, borboleta...).
- Recorte o molde e dispense o “recheio”, que será preenchido pela camiseta. Com a fita adesiva, una o lugar onde você começou a recortar.

- Para ele não ficar soltando sobre a camiseta, passe cola em volta do molde, usando o pincel. Cole sobre a camiseta - pode ser no peito, na manga, onde você quiser.
- Coloque um pedaço de pano, de papelão ou mesmo da chapa dentro da camiseta. Isso evita que você manche o outro lado da camisa quando for pintá-la.
- Pinte a camiseta, preenchendo todo o espaço dentro do molde.
Dica: não risque a camisa com o pincel, senão o tecido fica muito duro e demora mais a secar. O melhor é dar pequenos toques, pressionando de leve o pincel.

- Com cuidado, retire o molde, espere secar.

E desfile por aí com sua nova camiseta!

Escrito por Gabriella Mancini às 14h40

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Lá vem Teresa!

A Folhinha estreia no sábado, dia 16/1, uma minissérie literária de uma menina que quer decifrar o mundo!

O nome da garota é Teresa. Seu "pai" é o dramaturgo Marcelo Romagnoli, que já dirigiu peças bem bacanas como "Felizardo" e "Sapecado", encenadas pela Banda Mirim.

A menina "nasceu" numa peça escrita e dirigida por Marcelo: "O Menino Teresa".

Quem fez o papel da garota foi uma atriz que parece que tem mesmo alma de criança: Claudia Missura, que levou o Prêmio Femsa de Teatro Infantil e Jovem na categoria melhor atriz. Arrasou de verdade.

Teresa também tem uma "mãezona". E é uma "mãe" daquelas que, para ninar a filha, inventa músicas originais! É a compositora Tata Fernandes, que criou as canções da personagem para o espetáculo e fez parceria com Claudia no palco.

Com tanto talento reunido, a gente não se segurou e convidou o Marcelo para publicar na Folhinha outras histórias da Teresa.

A primeira é a história da peça: o dia em que a garota resolveu descobrir os segredos do quarto de um menino. Bem, quem não viu a peça tinha que entender como tudo começou, né?

Mas, nas próximas aparições, as aventuras de Teresa serão totalmente inéditas. Aguarde - ou melhor, leia!

Enquanto sábado não chega, vá já matando um pouco a curiosidade e ouça algumas canções de Tata, feitas para essa menina (que, repare bem, deve ter um pouco de você, do seu irmão, daquela amiga encrenqueira...).

Escrito por Gabriela Romeu às 21h15

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Show de bizarrice

Estreia no dia 16 no canal pago GNT o reality show "Meu Filho É uma Estrela", programa que está à procura do novo astro mirim de Hollywood. É apresentado por Danny Bonaduce, que foi um pequeno astro de uma série dos anos 70 no Estados Unidos.

A ideia em si já é bizarra. Mas o programa, reunindo dez pais neuróticos e seus "filhos prodígios" (que sabem dançar, cantar, interpretar...), consegue ultrapassar qualquer grau de bizarrice. Tudo bem os adultos toparem se expor na telinha por causa da tal fama (passageira) e um punhado de dinheiro, mas expor seus filhos a situações constragedoras em busca do tal estrelato já é demais!

 No primeiro episódio, as crianças e seus pais chegam à casa. Pálida e assustada, a menina Mary Jo logo vomita. Depois, sorri e diz que está pronta - o show não pode parar! A mãe da garota conta lá pelas tantas que já investiu 35 mil dólares na "carreira" da filha.

A competição não é só para as crianças, seus pais são também testados para o show bizz. Rocky é uma das mães que chega pronta para tudo para fazer sua filha, Haley, brilhar - solteira, Rocky quer comprar sua casa dos sonhos, e sua filha é a mina para alcançar tal objetivo.

Não sei se vai funcionar, mas o programa é um ótimo exemplo do que não deveria ser feito com as crianças.

 

Escrito por Gabriela Romeu às 19h27

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Diversão aérea

Foto Divulgação

Na oficina você descobre como essa máquina estranha consegue fazer o balão subir

Já experimentou inflar um marshmallow como se ele fosse um balão? E brincar com uma máquina que gera um sopro fortíssimo de ar, como se fosse um furacão?

Na oficina "Onde Está o Ar?", que acontece amanhã, no espaço Passatempo, dá para fazer tudo isso. Durante duas horas, os instrutores do grupo Mad Science irão explicar como é que podemos sentir o ar, que não tem cor nem cheiro, até quando ele não está em forma de vento.

Para entender isso, as crianças vão fazer experiências como derrubar objetos com uma pistola de ar e usar máquinas que retiram todo o ar de um recipiente. Quem quiser se inscrever tem que ter entre quatro e sete anos.
 

Oficina "Onde Está o Ar?"
Quando: dia 13/01, das 15h às 17h
Onde: Passatempo (r. João Álvares Soares, 1.314, Campo Belo. Tel.: 0/xx/11/5042-2720)
Preço: R$ 48. Ainda há 12 vagas

Escrito por Camilla Costa às 17h25

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Cocoricó na cidade

Imagem: Divulgação

João e Júlio se divertem no estádio de futebol

Veja só que troca-troca: enquanto muitas crianças estão na fazenda por causa das férias, a turma do Cocoricó foi parar na cidade grande.

A partir de hoje, você poderá acompanhar os novos episódios da turma de Júlio, desta vez na cidade. Lá, eles vão se hospedar no apartamento do primo João, e ficarão muito amigos de sua família.

Enquanto passeiam por prédios, lojas e até um estádio de futebol, a turma fala sobre reciclagem, poluição das águas e trânsito.

Esta temporada traz novos personagens. Além da família de João, estão Roto, um ratinho morador de rua que não gosta nadinha de crianças invadindo seu habitat, e seu amigo Esfarrapado, um cão vira-latas que adora a garotada.

Os episódios são exibidos de segunda a sábado, às 11h15 (com reapresentação às 15h15), na TV Cultura.

Para ver o trailer e o making of (ou seja, como foi feito o Cocoricó), é só entrar neste site:

http://www.tvcultura.com.br/cocorico/index.html

Escrito por Gabriella Mancini às 19h23

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Conversa com a natureza

                                                     Fotos Asjor/Divulgação

 Crianças aprendem técnicas de pintura de murais no projeto

Meninos e meninas do projeto Turma que faz, em Vila de São Jorge (Goiás), transformaram animais, cores e plantas do cerrado brasileiro em murais, poesias e até música. Eles moram na entrada no Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, que está cheio de aves e borboletas raras, além de cachoeiras e muito verde. 

           Menino pinta ave no muro da quadra da escola da vila

Tanta beleza foi aproveitada para melhorar o aspecto das ruas e até da quadra de esportes da vila, pintando um mural de pássaros encontrados no parque. "São Jorge estava muito pálida. Por isso resolvemos pintar o muro", conta Bruna Batista da Silva, 12. Ela pintou uma coruja, que se juntou a tico-ticos de rabo vermelho e de rabo branco, tucano e outros.


A opereta "Criunaná" foi criada por meninos e meninas do projeto

Os pássaros também viraram máscaras para a opereta "Criunaná", peça de teatro com música que contava histórias da cultura da região. Para o espetáculo, crianças inventaram coreografias, fantasias e músicas baseadas em sons da natureza. Depois, com a ajuda de músicos profissionais, elas gravaram o CD Criunaná, que custa R$ 20 e pode ser encomendado pelo e-mail producao@encontrodeculturas.com.br. Aí é só fazer o pagamento e dar o seu endereço, que o disco chegará pelo correio. Ouça abaixo algumas faixas.

Prututu (Canto das Borboletas)

Quinaná (Cantos dos Pássaros)

Criunaná (Canto das Águas)

 

Escrito por Camilla Costa às 09h44

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Folhinha de 9 de janeiro

 
 

Folhinha de 9 de janeiro

>> Capa
Viaje por ilhas que flutuam até hoje na imaginação de escritores (e seus leitores)

>> Ciência
Desbrave também outros arquipélagos (os de verdade), espalhados por todos os oceanos

>> Natureza
Na chapada do Veadeiros, em Goiás, crianças aprendem a “língua” do cerrado, que é apresentado em operetas, desenhos e poemas

>> Consumindo ideias
Só ligado na TV nas férias? Confira dicas para se desligar dessa e ligar o botão da sua imaginação

Escrito por Gabriela Romeu às 21h32

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Nas nuvens

Você já sonhou em tocar as nuvens? Ana Maria já.

Ela é uma menina de dez anos que vê o mundo de um jeito diferente.

Sua história está no curta de ficção "Feito Algodão Doce" (abaixo), de Natali Assunção. Dê uma espiada - e continue sonhando com as nuvens...

Escrito por Gabriela Romeu às 20h56

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Férias sob as estrelas

Foto: Filipe Pereira/Divulgação

Crianças participam de um jogo sobre astronomia na colônia de férias. Quem acerta as perguntas anda no tabuleiro.

Você sabia que a constelação de Órion, que se pode ver quase todas as noites no céu do Brasil, tem o nome de um guerreiro da mitologia grega? A lenda diz que o guerreiro Órion era um excelente caçador, amado pela deusa Ártemis. Quando ele morreu, foi transformado em estrelas por Zeus, o rei dos deuses gregos.

No céu, as estrelas da constelação formam a figura de um homem de cinturão, com um dos braços levantados segurando uma espada. Ele está ao lado da constelação de Touro, como se estivesse perseguindo o bicho. Essa e outras histórias serão contadas para as crianças durante a colônia de férias ‘Brincando e Aprendendo Astronomia‘, na Fundação Planetário da Cidade do Rio de Janeiro. Ela acontece de 25 a 29 de janeiro e de 1º a 5 de fevereiro, para crianças de 7 a 9 anos de idade.

Lá, as crianças aprendem como identificar estrelas, constelações e planetas no céu. Além disso, vão conhecer cada cantinho do museu do planetário, com a ajuda de guias. Tem até espaço para ensaiar uma peça sobre o Universo, que será apresentada para os pais no encerramento do curso. As inscrições começam dia 18 de janeiro e cada turma tem 30 vagas.


Colônia de férias "Brincando e Aprendendo Astronomia"
Quando: De 25 a 29 de janeiro e de 1º a 5 de fevereiro, das 13h às 17h
Onde: Fundação Planetário da Cidade do Rio de Janeiro (r. Vice-Governador Rubens Berardo, 100, Gávea, Rio de Janeiro; tel.: 0/xx/21/2274-0046)
Preço: R$ 120, com apostila e materiais inclusos. Irmãos têm descontos especiais.

Escrito por Camilla Costa às 18h08

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Blog da Folhinha O blog da Folhinha é um espaço virtual para interação das crianças com o suplemento impresso publicado pela Folha de S.Paulo aos sábados. É produzido pela editora, Patrícia Trudes da Veiga, pela editora-assistente, Gabriela Romeu, além de outros colaboradores.
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