A Folhinha deste sábado (31) mostra os primeiros passos para se tornar um dono responsável ao trazer para casa um bichinho. Agora confira mais dicas para cuidar bem de seu cão, gato, pássaro ou peixe.
Patrícia Araújo/Folha Imagem Vitória Micheloni, 12, e sua cadela, Luna
CACHORRO
A alimentação certa é a ração de qualidade e adequada à raça, ao porte e à idade _peça uma dica ao veterinário. Um cão adulto come duas vezes ao dia; um filhote, de quatro a seis vezes. Para saber se a alimentação está equilibrada, veja se o cocô dele está firme.
Fique de olho no potinho de água: ela deve estar sempre fresca, senão o cãozinho não vai beber! Mas nada de misturar leite na ração do filhote, o que pode causar diarreia.
O cão precisa se exercitar, por isso passeie com ele todo dia, de preferência duas vezes. Mas nada de deixá-lo sem coleira e guia! Imagine se ele se distrai e corre para o meio da rua de repente? Ou se ele se assusta com alguma coisa e morde alguém?
Evite deixé-lo onde só tem piso liso. Como ele escorrega muito, pode ter até problemas de postura, musculares ou ósseos. O ideal é ter pelo menos um tapete de borracha.
Filhotes devem ser vacinados desde pequenos _pergunte ao veterinário_; adultos, todo ano. Remédios contra vermes devem ser dados uma vez por ano.
GATO
Letícia Moreira/Folha Imagem Ana Flávia Sisconeto, 8, adotou cinco gatos
Até um ano, eles comem ração de filhote; depois, de adulto. Pergunte ao veterinário qual é a mais adequada. Rações em pasta podem ser dadas como agrado, mas não sempre, para evitar gengivite e tártaro.
Troque a água uma vez ao dia no frio e pelo menos três no calor. Para gato filhote ou idoso, coloque potinhos em vários lugares da casa, para não fazê-los andar muito.
O filhote toma a primeira dose de vacina aos 45 dias e as outras aos três e aos quatro meses _quando toma a contra raiva. Depois, é vacinado uma vez ao ano. O vermífugo é dado quando ele tem 30 dias e quando faz 50 dias. A dose se repete a cada seis meses.
Mesmo que o gato não saia, é preciso aplicar remédio antipulgas porque podemos trazê-las da rua no sapato. Se ele fica em casa, aplique a cada três meses. Para os que vão para a rua, a cada 30 dias.
Quando o gato ficar mais velho, coloque uma rampa para facilitar seu acesso aos lugares preferidos em que ele costuma dormir, como o sofá e a cama.
PÁSSARO
Rafael Hupsel/Folha Imagem Gabriel Sousa, 8, com a calopsita Fred
A gaiola deve ser colocada em um lugar alto da casa, assim o pássaro se sentirá mais seguro _e livre de ataques de cães e de gatos! O local precisa ser claro, arejado e abrigado de correntes de vento.
O sol faz bem para eles, e o ideal é que peguem o da manhã, por 20 minutos. Mas, em dias muito quentes, deixe metade da gaiola na sombra e uma bacia com água para ele se refrescar. À noite, deixe a gaiola em local escuro e quieto.
Espécies domésticas, como calopsitas, canários e periquitos australianos, não pertencem à nossa fauna. Se escaparem, não sobrevivem, por não acharem parceiros.
Por lei, quem deixa ave exótica fugir pode ser incriminado por introduzir na natureza uma ave com genética que não existe na fauna local. Para evitar a fuga, é preciso aparar as penas das asas duas vezes ao ano. Só não precisa se a janela de casa estiver sempre fechada.
Passarinhos trocam de penas uma vez ao ano, geralmente antes ou após a época de reprodução. A mudança dura de seis a oito semanas. O chato é que, nesse período, eles deixam a cantoria de lado.
PEIXE
Patrícia Araújo/Folha Imagem João Pedro Machado, 9, curte observar peixes
A refeição do peixe é a ração (consulte o veterinário para saber qual é adequada à espécie). Nada de pães, bolachas ou outros alimentos! Além de não terem nutrientes, sujam a água.
Dar comida demais também prejudica a qualidade da água, por isso coloque só a quantidade indicada na embalagem.
A qualidade da água do aquário é essencial, por isso ele deve ter filtros e bombas para fazer o líquido circular e se oxigenar, pois o peixe precisa de oxigênio para viver.
É importante que o peixe tenha noção de se é noite ou dia, porque suas funções vitais se regulam de acordo com esses períodos e, sem essa percepção, eles ficam estressados. A simulação é feita com luz artificial, que só deve ficar acesa de oito a dez horas por dia.
Enfeites como pedras, castelos, navios e cristais podem cair na água, desde que não soltem tinta, ferro ou outras substâncias químicas.
A Folhinha preparou uma edição especial sobre bichos de estimação, que chega amanhã às bancas. Aqui no blog, vamos falar de alguns livros que contam histórias bonitas e engraçadas com animais.
Boa leitura!
A lição do gato
O gato achava que era o animal mais esperto do sítio. Dava sustos nas galinhas, pregava peças no cachorro, caçoava do porco e ameaçava o papagaio. Até o dia em que ele encontrou uma mamãe-passarinho que não queria saber de brincadeira perto dos seus filhotes.
Feito só com as ilustrações de Ale Abreu, em um formato que lembra histórias em quadrinhos, o livro “Um dia, um pássaro”, de Sonia Junqueira, (Ed. Peirópolis R$ 29,90) conta o que aconteceu
Azarado e friorento
Pinguim vive tentando escapar do frio sem sucesso no livro “O pinguim chamado Pinguim que tinha pé frio”, do escritor Jorge Chaskelmann (Ed. Amarilys, R$ 29). De tanto inventar moda, até no Rio de Janeiro ele vai parar e leva neve até para lá!
Imitador de bichos
Curioso como ele só, o Curumin Abaré (que quer dizer “amigo”, em tupi-guarani) passa o livro inteiro aprendendo a imitar animais que encontra pelo caminho, como um tatu, um sapo, uma borboleta e uma tartaruga.
Em “Curumin Abaré imitando os animais”, de Dulce Seabra e Sérgio Maciel (Ed. Cortez, R$ 22) você também pode aprender com ele como é que cada bicho faz.
Dúvida séria
Quem disse que patos não têm perguntas importantes a fazer? Na reunião de animais que acontece no livro “A preciosa pergunta da pata” (Ed. Brinque-Book, R$ 29), todos tem direito a tirar uma dúvida. A pata quer saber para onde a gente vai quando morre e não está mais aqui. Cada um dos bichos tem uma teoria diferente, mas todos concordam em uma coisa: vão continuar sendo felizes.
O livro foi escrito por Leen van den Berg e ilustrado por Ann Ingelbeen. Estranhou os nomes? É porque eles são da Bélgica.
Da Arara ao Zabelê
As lindas ilustrações do livro “Abecedário de aves brasileiras”, de Geraldo Valério (Ed. Martins Fontes, R$ 49,80) mostram as principais espécies de pássaros encontrados de norte a sul do País.
O livro traz muito poucas informações sobre cada um, mas, usando as imagens, você já pode reconhecê-los por aí.
Especial PETs - De olho no bicho Amigo animal pede cuidados e energia para brincar; veja nesta edição se você está preparado para ser um dono responsável
Como cuidar Dicas e curiosidades sobre cachorros, gatos, pássaros e peixes
Desfilam vários autores bacanas pela Jornadinha Nacional de Literatura de Passo Fundo, no Rio Grande do Sul. Marilda Castanha, Fernando Vilela, Odilon Moraes, Ignácio de Loyola Brandão, Hermes Bernardi Jr., Índigo e muitos outros. E, depois das conversar com escritores e ilustradores, as crianças podem sempre pedir autógrafos. Meninos e meninas ficam 'a caça do autógrafo de seu autor preferido.
Mas tem também criança do "outro lado do balcão" na Jornadinha.
Sentado numa mesinha, estava o garoto Lucas Pereira, 12, morador de Passo Fundo, dando também seus autógrafos. Cansa ficar aí? "O pior é quando a mão começa a doer [de tanto autografar]", diz o menino, com jeito de entendido.
Ele está lançando o livro "O Óvni, a Criatura e o Morto Vivo". É seu segundo livro, o primeiro foi "A Escada da Morte". Ele diz que adora "suspense, terror e coisa". "Eu me inspiro nos filmes que vejo e nos livros que vejo, mas 90% vem da minha cabeça mesmo", conta Lucas, que já bolou mais de dez histórias.
Foto: Evelson de Freitas Ignácio de Loyola Brandão...
Estou aqui na Jornadinha Literária de Passo Fundo, que ocorre até sexta (dia 30/10). Passo Fundo (RS) ganhou em 2006 o título de capital da literatura. Dizem que aqui todo mundo lê bastante. Mas tem ainda muito leitor que se engana - ou precisa usar óculos.
O escritor Ignácio de Loyola Brandão, que ganhou no ano passado o Prêmio Jabuti de Melhor Livro de Ficção pelo infantil "O Menino que Vendia Palavras", contava para um grupinho de escritores algo engraçado que aconteceu com ele hoje durante o evento. Bem, eu estava por perto e não tinha como não ouvir a história...
Alguns autores estavam dando autógrafos para crianças, pais e professores na Jornadinha. Aí uma moça se aproximou de Brandão, o abraçou, pediu para tirar fotos e tal. Depois, emendou: "Nossa, eu adoro o Menino Maluquinho!". Com seus (poucos) cabelos branquinhos como os de Ziraldo, ele retrucou ironicamente na hora: "Eu também!". Que bola fora...
O evento só começou; acompanhe mais notícias aqui no blog da Folhinha.
Fotos: Patricia Araujo Romeu de jeans na versão moderna de Lacroix
Quando criança, o francês Christian Lacroix, 58, costumava ir ao teatro e à ópera, levado por seus pais e avós. Chegando em casa, o menino corria para desenhar, do seu jeito, o figurino (as roupas) visto no espetáculo.
Depois de crescido, Lacroix se transformou em grande estilista e figurinista para ballet, ópera e teatro. E continuou frequentando os espetáculos e acompanhando seus ensaios, tirando dali as ideias para seus desenhos. Suas roupas transmitem a emoção dos personagens e ajudam a contar histórias como "Romeu e Julieta" e "Otelo".
Agora seus figurinos e croquis (desenho rascunhado das roupas) podem ser vistos de pertinho na exposição "Christian Lacroix - Trajes de Cena", no Museu de Arte Brasileira, em São Paulo.
Lá, a gente descobre que Lacroix é muito criativo. Criou roupas de alta-costura, mas também participou de espetáculos que tinham pouco dinheiro em sua produção, como "Os Caprichos de Mariana". A falta de dinheiro da companhia não o atrapalhou: ele juntou restos de tecidos, descosturou tudo e inventou novas e belas roupas. Em outro espetáculo, usou até papel amassado para compor o "figurino econômico"!
"Os Caprichos de Mariana"
Um dos destaques da exposição é a Sala de Cinema. Ali vemos, projetadas em panos, imagens de filmes que ajudaram Lacroix a criar trajes de época. Ele visitou a cinemateca francesa para pesquisar sobre as roupas usadas no período em que se passam alguns dos espetáculos que ele ajudou a "costurar".
Depois de conhecer seu trabalho, as crianças participam de um ateliê de arte e podem criar seus próprios figurinos usando colagem -técnica que Lacroix também utilizava.
Sthacey Saratani, 10, do colégio Pueri Domis, foi com três amigas visitar a exposição. Na oficina, fez uma colagem engraçada: colou os pés da sua modelo ao contrário. "É o Curupira!", brincou a menina.
Sthacey e as amigas se divertem na exposição
"Ele é um gênio, um inventor de primeira. Gostei muito da roupa que muda de cor quando jogam luz sobre ela." ALINE PRADO COSTA, 10
"As roupas são muito coloridas. E ele é muito criativo, usa até papel amassado!" STHACEY SARATANI, 10
"Ele é muito detalhista. Desenha até os decotes e as pintinhas no rosto das modelos." MELISSA DI CREDDO, 9
"Ele consegue pôr na roupa do personagem os sentimentos de alegria ou tristeza. A parte que mais gostei foi da sala de cinema." FERNANDA PEREIRA MORALES, 10
Aline, Fernanda, Melissa e Sthacey no ateliê
Christian Lacroix - Trajes de Cena Até 1o de novembro. MAB-FAAP - Museu de Arte Brasileira (Rua Alagoas, 903) Tel. 0/xx/11 3662 7198 De terça a sexta-feira, das 10h às 20h Sábados e domingos, das 10h às 17h Grátis.
Fotos Divulgação Crianças trocam dinheiro no Banco Mirim
Você vai à escola, mas antes dá uma passadinha no banco. Depois vai ao supermercado com o seu carro, compra revistas na banca e come em um restaurante. Tudo isso sozinho, sem pai nem mãe por perto.
Na mini-cidade criada pelo Colégio Poliedro, seus "moradores" -os estudantes- aprendem sobre economia, trânsito e cidadania brincando de faz de conta.
E também aprendem a economizar. Quem gastar todo o dinheiro, sai da brincadeira!
Bem que a gente queria viver num mundo em que toda criança tem direito a brincar, estudar e ser amada. Infelizmente não é o que acontece, mas algumas pessoas lutam para mudar essa realidade.
Para homenageá-las, foi criado o Prêmio das Crianças do Mundo, que já está na décima edição. E o legal é que são as crianças que elegem o "Herói pelos Direitos das Crianças", entre 13 indicados.
No Brasil, várias escolas participam da votação por internet, que termina amanhã. Os alunos se prepararam para a eleição estudando sobre os direitos das crianças e pesquisando sobre os candidatos ao prêmio. Alguns estudantes fizeram até campanha para defender seu escolhido.
O resultado da votação será divulgado no dia 20 de novembro.
No site oficial do prêmio você encontra vídeos dos candidatos: www.childrensworld.org e conhece muitos heróis da vida real.
Outubro é o mês em que bruxas e monstros de todo tipo atacam nos Estados Unidos. A festa do Halloween é só no dia 31, mas os preparativos começam muito antes. A festa foi criada pelos celtas, um povo que vivia antigamente na Irlanda e comemorava em outubro o início de um novo ano.
Conta a lenda que, durante a passagem do dia 31 de outubro para o dia 1º de novembro, os mortos voltavam para visitar as pessoas queridas. Uma noite mágica, onde tudo era possível, até vivos e mortos brincarem juntos.
A festa de Halloween mudou bastante. Hoje as pessoas vestem fantasias, decoram suas casas com motivos assustadores, e as crianças batem de porta em porta atrás de guloseimas.
Na Folhinha de sábado (dia 24/10), descubra como os moradores de um pacato subúrbio de Washington, capital dos Estados Unidos, preparam o Halloween.
Carta do Fantasma do Halloween
A campainha toca. Você abre a porta e não vê ninguém, só o breu, um pacote com guloseimas e uma carta com as seguintes instruções:
1. Pregue esta carta em um lugar visível para que todos vejam que o fantasma já passou por aqui.
2. Faça duas cópias da carta e prepare dois pacotinhos de guloseimas.
3. Escolha dois amigos e deixe a carta e o pacote para eles.
4. Aja à noite, no escuro. Você não pode ser visto. Toque a campanhia e corra.
Branca de Neve grávida? Cinderela velhinha? Chapeuzinho Vermelho resmungona?
Todas elas estão no livro "O Fantástico Mistério de Feiurinha" (ed. Moderna, R$ 26,90). Ele será lançado amanhã, às 11h30, no Parque O Mundo da Xuxa (av. das Nações Unidas, 22.540).
O lugar não foi escolhido à toa: o livro virou filme, estrelado por Xuxa, e será lançado dia 25 de dezembro.
O escritor Pedro Bandeira estará presente para distribuir autógrafos.
O ingresso para o parque custa R$ 38 (adultos) e R$ 45 (crianças).
Não tem nada para fazer nesse sábado? Que tal brincar em um simulador de voos, ver robôs em ação e ver uma competição de lançamento de foguetes? Nem precisa ir ao cinema.
Isso tudo acontece na VIII (Responda rápido! Que número é esse?) Dante Digital, uma feira de tecnologia que acontece amanhã, 24 de outubro, no Colégio Dante Alighieri, em São Paulo.
A feira é parte da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia e vai apresentar os trabalhos dos alunos do próprio colégio. Qualquer pessoa pode visitar.
Quem assiste ao seriado "Os Feiticeiros de Waverly Place", no canal pago Disney Channel, já sabe que a família Russo é bem diferente.
Os irmãos Justin, Alex e Max Russo são aprendizes de feiticeiros, filhos de um poderoso mago que abdicou de seus poderes para se casar com uma mortal. Os dois tentam impedir que as três crianças usem magia o tempo todo, para que eles aprendam a conseguir o que querem pelos meios normais -mesmo que sejam um pouco menos emocionantes.
Em "Os Feiticeiros de Waverly Place - O filme", que estreia na TV no dia 25 de outubro, a família resolve viajar de férias para o Caribe e acaba tendo que enfrentar muitos problemas, um torneio de magos e uma trilha mágica para encontrar a Pedra dos sonhos.
O filme mostra as brigas e a competição entre Alex e seu irmão mais velho e fala sobre como a presença dos pais na nossa vida é importante, mesmo que às vezes seja difícil lidar com tantas proibições.
A pré-estreia do filme aconteceu ontem em São Paulo e foi muito animada. Teve até um concurso de fantasias de Halloween!
Veja o que as crianças acharam:
"O filme é muito legal. Adorei a competição para ver que seria o feiticeiro completo. Eu estava torcendo para o Justin". PEDRO WINCKLER MATRONE, 8
"Eu estava louca para ver esse filme, mas não ia conseguir ver a estreia na TV. Que bom que vim hoje! A parte que eu mais gostei foi quando Justin e Alex conversam na fogueira. Eles sempre brigam muito, mas ali se tornaram irmãos de verdade. Achei bonitinho". ISABELLA WINCKLER MATRONE, 11
"Eu adoro essa série e o filme foi bom do mesmo jeito. A melhor parte é quando os irmãos duelam para ver quem fica com mais poderes". NARA VILALBA, 10
Nesse vídeo do YouTube, dá para ver um gatinho da mesma cor que o Garfield (criado pelo cartunista Jim Davis) e tão gordinho quanto ele, sentado preguiçosamente no sofá vendo TV! Só falta a lasanha!
Apostamos que o cartunista tinha um igualzinho e se inspirou nele para fazer o desenho.
Fotos: Divulgação Alunos do colégio Santa Maria querem saber como é feita a Folhinha
Na última sexta-feira, a Folhinha fez mais uma edição do projeto Troca de Leituras. Desta vez nos reunimos com os alunos do quinto ano do Colégio Santa Maria. Eles sempre leem a Folhinha e estavam curiosos para saber como é feito o jornal.
Os alunos analisaram duas edições: uma com a matéria de capa "Xô, fumaça" e a outra com a capa "No mundo da Lua". A maioria gostou mais da reportagem sobre o cigarro, em que as crianças faziam campanha para os pais pararem de fumar.
Quiseram saber quanto tempo cada Folhinha leva para ser feita, como escolhemos os temas das reportagens e selecionamos os entrevistados, quantas pessoas trabalham no jornal e se os prazos são muito apertados.
Os alunos se lembraram de uma função importante do jornalismo: conservar a memória. Disseram que isso é muito importante para termos sempre em mente o que aconteceu no mundo, e assim não repetir os erros, "como as guerras mundiais e os golpes militares".
E deram várias sugestões: que a Folhinha seja feita em papel reciclado, reaproveitando as edições anteriores, que inclua um horóscopo para criança, mas com linguagem e ilustrações infantis, que traga matérias em formato de quadrinhos e que o jornal tenha mais páginas.
O Flávio quer mais invenções e descobertas na área de ciências. Gabriel quer receitas culinárias. Anna Clara sugeriu que os desenhos que incluímos na Folhinha, enviados pelos leitores, estejam relacionados ao tema de cada edição.
A Troca de Leituras ajuda a gente a pensar em como fazer um jornal cada vez melhor. Se a sua escola tem interesse em participar, peça ao professor para mandar um e-mail para a gente (folhinha@uol.com.br). Quem sabe não nos encontramos?
Julio Verne gostava de escrever sobre viagem. Veja só alguns livros que ele criou: "Cinco Semanas em um Balão", "Viagem ao Centro da Terra", "Vinte Mil Léguas Submarinas", "A Volta ao Mundo em 80 Dias". Se ele tivesse conhecido Alberto Santos Dumont, inventor do avião, poderiam ter sido grandes amigos.
Esse encontro nunca aconteceu de verdade, mas a escritora Karen Acioly resolveu imaginar como ele teria sido. E escreveu em versos a peça de teatro "Os Meus Balões" (ed. Rocco, R$ 29), em que Beto e Julio, ainda crianças, compartilham suas invenções do alto de um balão.
Os outros personagens da peça são inspirados na família de Santos Dumont, e se misturam num cenário cheio de brinquedos, como mini aeroplanos e dirigíveis.
Em 2001, "Os Meus Balões" foi encenado no teatro e Beto e Julio percorreram os palcos brasileiros, para só agora pousar nas livrarias.
OBS: Na Folhinha deste sábado você confere uma reportagem especial sobre balões e descobre como eles são feitos.
Esta semana você pode incrementar sua agenda com atividades bem diferentes: conhecer de perto o trabalho de um arqueólogo, aprender a diferenciar meteoritos e pedras comuns, visitar um planetário inflável.
Tudo isso está na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, que de hoje até domingo mostra como se faz ciência no Brasil.
O evento acontece em todo o país e tem entrada grátis. Para saber quais são as atividades na sua cidade, entre no site http://semanact.mct.gov.br
Aprender a ler obedece alguns passos: primeiro a gente conhece as vogais e as consoantes, depois forma as sílabas e as palavras. Daí vêm os livros com poucas páginas e, por fim, obras maiores para um leitor preparado.
Mas algumas crianças atropelam essas etapas:
Foto: Arquivo Pessoal
André Vinícius Schmidt tem só seis anos e, com a ajudinha de um método de ensino, já leu 154 livros. A lista inclui clássicos como "Dom Quixote", "A Volta ao Mundo em 80 Dias" e "Moby Dick".
Seus livros favoritos são os de ação e de aventura. O primeiro de que se lembra é "Maria Fumaça", de Ana Maria Machado, que conta a história de um trenzinho que passeia por campos e cidades.
André também escreve suas próprias histórias. Agora se dedica à saga do computador Wii.
Será que ele vai ser escritor quando crescer? "Não, vou ser maquinista de trem", responde.
Foto: Letícia Moreira
Já Thierry Mascarenhas Santos, 3, deixou a avó impressionada quando, numa viagem de carro, começou a ler placas de trânsito. Na ocasião ele tinha apenas dois anos.
Hoje o menino lê pequenos livros, tirinhas de jornais e gibis. Sabe escrever seu nome e soletrar todo o alfabeto. E, o mais legal, aprendeu a ler sozinho!
Cuidados especiais
Mas o que fazer quando descobrimos em casa uma capacidade diferenciada, como no caso de André e Thierry? Os pais devem incentivar o desenvolvimento dessa habilidade, com atividades especiais, ou seguir educando-os normalmente?
Segundo a psicóloga Sílvia C. S. Karacristo, os pais devem incentivar esse talento extra do filho, mas sem exageros.
"É recomendável qua a família o trate como pessoa comum, e a escola o compreenda e o incentive em suas habilidades para que não falte estímulo em seus estudos, pois muitas vezes uma criança extremamente talentosa torna-se dispersa e desinteressada por falta de incentivo."
Thierry, por exemplo, acabou saindo da escola comum por falta de motivação: o que as crianças aprendiam, ele já sabia há tempos! Agora está em busca de uma escola especial, com atividades extras para alunos prodígio como ele.
Além de procurar uma escola que motive as crianças, os pais não devem exagerar na "corujice", o que pode acabar afastando seu filho dos colegas. "Deve-se tomar cuidado para que a família não valorize extremamente seu filho, principalmente não criando um clima competitivo na presença de irmão e entre as pessoas."
*Sílvia C. S. Karacristo é psicopetapeuta de Família/Casal e pesquisadora do Projeto APOIAR - IPUSP.
Quando o senhor Z. era criança, não podia brincar nem se divertir. Os adultos diziam que isso era bobagem. Resultado: cresceu e se tornou um velho mandão e rabugento. No seu reino, todos fazem tudo que Z. ordena.
Essa história se transforma quando ele conhece um rouxinol que canta lindamente. O pássaro muda o sentido da vida do reizinho mandão, enchendo-a de alegria com seu canto.
O conto acima, "O Rouxinol e o Imperador", é de Hans Christian Andersen e foi adaptado para a TV pelo canal pago Rá Tim Bum. O resultado você confere hoje, às 13h15, no Teatro Rá Tim Bum.
Complementando a matéria "Lendo no escuro", publicada hoje na Folhinha, você aprende agora uma técnica bem simples de fazer ilustrações. Ela foi usada pela escritora e artista plástica Cynthia Cruttenden para ilustrar seu livro "Noite do Sertão" (ed. Cosac Naify, R$ 35) .
Material utilizado:
- cartolina branca
- gizes de cera coloridos
- tinta preta (nanquim)
- tampa de caneta ou lapiseira sem ponta
Fotos: Rodrigo Resenthal
1 - Use giz de cera de várias cores para rabiscar a cartolina e formar a base do desenho.
2 - Depois use um pincel e aplique camadas de nanquim -pintando sempre na horizontal- por cima do colorido.
Espere secar por aproximadamente vinte minutos.
3 - Com uma tampa de caneta ou uma lapiseira sem grafite na ponta, faça riscos no desenho, revelando as cores que estão por baixo da tinta preta. Agora é só dar forma à sua imaginação!
Esta é a Laura Montealto Carneiro e Silva, 10, que participa da matéria "Quem tem medo de vilão?"
Ela diz que "o vilão dá uma graça ao programa e faz a gente rir muito". Seu vilão preferido é o Dick Vigarista com seu cachorro Mutley, que "dá uma risada engraçada".
Na Folhinha deste sábado, você confere uma matéria sobre a exposição "O Pequeno Príncipe na Oca", que acontece a partir de 22 de outubro no parque Ibirapuera e oferece várias atividades interativas.
Pegando carona na reportagem, descobrimos alguns livros, bastante curiosos, feitos a partir de "O Pequeno Príncipe":
Sabedorias do principezinho Imagens: Divulgação
Sheila Dryzun é designer e artista plástica. Mas o mais legal a dizer sobre ela é que foi Sheila quem deu a ideia de se fazer uma exposição sobre o Pequeno Príncipe!
Ela gosta tanto dessa obra que resolveu escrever dois livros inspirados nela: em um, "A História de uma História" (ed. Pedra N'Água, R$ 35), conta sobre a vida do escritor Antonie de Saint-Exupéry. Inclui várias fotos interessantes, como a da estranha raposa que o escritor encontrou no deserto e depois desenhou no livro do principezinho.
No outro, "O Pequeno Príncipe Me Disse" (ed. Pedra N'Água, R$ 47), Sheila selecionou pensamentos do livro de Exupéry e pediu que alguns famosos criassem uma página sobre eles. Assim, 39 convidados viajaram por novos caminhos guiados pelo principezinho: o cantor Gabriel, o pensador, fez poesia com uma das frases; o cineasta Fernando Meirelles preferiu desenhar alguns planetas; e o desenhista Mauricio de Sousa deu um recado para as crianças que não entendem os adultos.
Pequeno Príncipe em quadrinhos
O livro do principezinho era o favorito na infância do quadrinista Joann Sfar. Depois de crescido, resolveu criar a sua versão da história. "O Pequeno Príncipe" (ed. Agir, R$ 34,90) em quadrinhos traz um príncipe de enormes olhos azuis.
O texto é próximo ao original, mas com algumas criações curiosas de Sfar - como quando a fumaça do cigarro do aviador se transforma na jiboia da ilustração original. Seus traços deixam a história ainda mais atual e moderna.
Versão Pop-Up
Nesta versão pop-up, ("O Pequeno Príncipe Pop-Up", ed. Agir, R$ 99), o principezinho parece sair do livro ao pegar carona com os pássaros numa das ilustrações.
Há alguns pop-ups interativos, como na cena do pôr do sol: o leitor precisa puxar uma seta para fazer o sol se mover e "se pôr". A personagem serpente também recebe uma ajudinha do leitor: ela se aproxima do príncipe à medida que puxamos a seta.
Versão em cartas
Um escritor apaixonado é o que encontramos no livro "O Amor do Pequeno Príncipe - Cartas a Uma Desconhecida" (ed. Nova Fronteira, R$ 39,90). Ele foi escrito a partir de cartas que o escritor Antoine de Saint-Exupéry trocou com uma moça de 23 anos. Ele a conheceu numa viagem de trem, pouco antes do autor morrer.
Na primeira carta, adivinhem quem aparece? O Pequeno Príncipe, é claro, segurando uma flor. Ele está em várias outras páginas do livro, sempre desenhado pelo próprio autor.
O Núcleo Trecos e Cacarecos misturou teatro de animação, contação de histórias e adereços gigantes para apresentar nos palcos o livro "Guerra Dentro da Gente", de Paulo Leminski.
No espetáculo, o menino Baita sonha em conhecer a arte da guerra. Um dia encontra um velho sábio, Kutala, que se oferece para ajudá-lo. No caminho para a realização de seu sonho, o menino conhecerá o amor de uma princesa.
O espetáculo faz parte da "Ocupação Paulo Leminski", atividade que homenageia o poeta curitibano no Instituto Itaú Cultural. O evento é grátis, mas é preciso retirar senha com meia hora de antecedência.
Espetáculo "Guerra Dentro da Gente" Quando: 17 de outubro, sábado, às 16h e 18 de outubro, domingo, às 11h Onde: Itaú Cultural (av. Paulista, 149) Tel. 0/xx/11 2168-1776 Classificação Indicativa: a partir de 7 anos www.itaucultural.org.br
Muriqui é um macaco. Quando ele se sente ameaçado, abraça o companheiro ao lado. "O Abraço do Muriqui" é uma das atividades que as crianças farão na"Casa Aberta Especial", em comemoração ao Dia das Crianças. O evento foi criado pela Fundação SOS Mata Atlântica e é voltado para o público de 7 a 12 anos de idade.
Brincando, você aprende mais sobre a mata atlântica, que anda sendo maltratada pelos homens. Além do Abraço do Muriqui -feita para as crianças interagirem-, tem o Jogo da Memória Ambiental e a Casa Sustentável: nela tudo é feito com material reciclado ou reutilizado, como um vaso de garrafa PET.
Tem ainda um teatro de fantoches com personagens da mata atlântica, como o mico-leão-dourado.
Se você se interessou, é bom correr: as vagas são limitadas e é preciso fazer inscrição para participar.
Casa Aberta Especial Quando: 15 de outubro Onde: Fundação SOS Mata Atlântica (r. Manoel da Nóbrega, 456, Paraíso) Horário: às 14h Informações e inscrições: info@sosma.org.br ou 0/xx/11 3055-7896
Foto: Divulgação Chapeuzinho Vermelho no capítulo "O Direito de Ir e Vir"
Tem série nova na TV Cultura. "Pela Estrada Afora", que estreou ontem no canal, dá dicas de trânsito de um jeito diferente e divertido.
O escritor Lobato é contratado por uma editora para escrever para crianças sobre o trânsito. Ele vai lá no mundo da fantasia buscar ajuda de personagens conhecidos, como a Chapeuzinho Vermelho e o Lobo Mau, para ensinar às crianças como atravessar uma faixa de pedestres, ter atenção nos sinais, andar de bicicleta, usar o transporte coletivo.
São 12 episódios de 12 minutos cada, exibidos sempre aos sábados, às 11h. Eles foram produzidos pela TV Cultura e pela produtora Cinevídeo, de Brasília.
Leonardo Finotti/Divulgação Área infantil da Livraria da Vila
Para comemorar o Dia das Crianças, a Livraria da Vila preparou uma programação especial.
Hoje, às 16h, tem contação de histórias com músicas da África do Sul, Cuba e Brasil na unidade Lorena.
Amanhã, às 16h, também na unidade Lorena, uma oficina com arte-educadores da Disney para lançar o DVD "Branca de Neve e os Sete Anões". As crianças farão cestas de maçãs, iguais às que Branca de Neve carrega no desenho.
E na segunda-feira, dia 12, tem atividade às 11h, 15h e 17h nas três unidades da Livraria, incluindo contação de histórias, teatro e oficinas. Na unidade Fradique, às 15h, o escritor Lalau e a ilustradora Laurabeatriz comemoram 15 anos de carreira com contação de histórias e tarde de autógrafos.
Todas as atividades são grátis e você não precisa se inscrever, mas vale chegar antes para garantir lugar.
Dia 12 de outubro é feriado. Que tal trocar a sala de aula por um teatro?
Confira as opções de espetáculos para comemorar o seu dia:
"Quixote Caboclo" (Cia da Tribo) Bonecos (mamulengo e sombras), cordel, dança e música contam a história de um caboclo que narra causos de sua vida para sua ave voltar a cantar.
Dias 11 e 12 de outubro, às 15h30 SESC Santana (av. Luiz Dumont Villares, 579) Retirar ingressos com 1 hora de antecedência. Tel. 0/xx/11 2971-8700
"Era Uma Vez Eu" (Cia Articularte) Conta a história de um menino que gostava de abrir portas para viver aventuras. O jogo de sombras e luzes garante a magia do espetáculo.
Dia 12 de outubro, às 11h Teatro Plínio Marcos (Shopping Pompéia Nobre - r. Clélia, 33) Retirar ingressos com até 30 minutos de antecedência. Tel. 0/xx/11 3864-3129
"Os Vizinhos" (Cia. Truks) Espetáculo com bonecos. O cenário é o atelier de pintura da avó de Clara. A menina não sabe se empresta seus lápis de cor para a vizinha ou brinca sozinha. Para acabar com sua dúvida, a avó lhe conta a história de dois reinos idênticos, separados por uma montanha.
Dia 12 de outubro, às 16h SESC Ipiranga (r. Bom Pastor, 822) Ingressos: R$ 8 Tel. 0/xx/11 3340-2000
Na Folhinha deste sábado, você confere mais opções de passeios para o fim de semana.
Para quem gosta de ler, as livrarias são parques de diversão. Algumas contam com uma versão bem moderna: as livrarias online. Nelas você pode pesquisar e comprar livros pela internet, de um jeito rápido e prático. Mas alguns sites deixam a desejar: de tão confusos, acabamos nos perdendo nas prateleiras virtuais.
Uma dica é o site da Livraria da Folha, que tem uma seção só para crianças e é fácil de navegar: as obras estão organizadas por assunto (contos de fadas, cordel, poesia ou histórias do folclore), formato (livros de pano, com adesivos, com CDs, para pintar, em 3D, entre outros), área (como moda, artes, ciências), e ainda personagens ou autores.
Você adora a Turma da Mônica, sempre lê seus gibis e de vez em quando pensa: bem que eu poderia fazer meus próprios quadrinhos. Pois agora essa vontade pode se realizar!
No site "Máquina de Quadrinhos", dá para criar tirinhas com os personagens da turma do Maurício de Sousa. Seu desenho fica lá no site, para quem quiser ver. E você também pode conferir os quadrinhos feitos por outros internautas.
As histórias vão receber votos e as melhores poderão ser publicadas nas revistinhas da Turma da Mônica.
O velhinho da foto acima é um contador de histórias que chegou na TV Rá Tim Bum no último sábado. No programa "O Papel das Histórias", ele apresenta fábulas do escritor francês La Fontaine, autor de "A Cigarra e a Formiga".
Mario Sérgio Cardoso, gerente de produção da TV Rá Tim Bum, conta que cada episódio dessa animação demora dois meses para ficar pronto. "Todos os personagens são feitos com recortes de papel-cartão. Depois fotografamos cada pedacinho da cena e passamos pro computador. Mas ele é bem artesanal, 100% feito em papel."
"O Papel das Histórias" é exibido aos sábados e aos domingos, às 9h, 15h, 19h e 3h da madrugada.
Em maio, a Folhinha convidou todo mundo a enviar brincadeiras para o Mapa do Brincar. A instituição que mandasse mais sugestões -até o início de julho- receberia a Folha de S. Paulo, de graça, por seis meses.
Participaram mais de 10 mil crianças de todo o Brasil, mas quem mais enviou brincadeiras foi a E.M.E.F. Professor Monir Neder, da cidade de Ipuã, SP.
A partir de amanhã, dia 3 de outubro, a escola começará a receber o jornal. Obrigada pela participação. E não deixem de entrar no site do Mapa do Brincar para conferir as brincadeiras selecionadas!
O blog da Folhinha é um espaço virtual para interação das crianças com o suplemento impresso publicado pela Folha de S.Paulo aos sábados. É produzido pela editora, Patrícia Trudes da Veiga, pela editora-assistente, Gabriela Romeu, além de outros colaboradores.
Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Folha Online.