Blog da Folhinha

Um espaço de interação com a criança

 

Mês das crianças musical

Foto: Edu Marin

Banda Mirim

 

Um mês das crianças entre cantigas de roda, princesas, sapos e assombrações. É o que oferece o programa Itaú Cultural. A partir do próximo sábado, você poderá acompanhar espetáculos da Banda Mirim e Grupo Curupaco e participar de oficinas de música.

Tem também um site com conteúdo especial para as crianças: www.itaucultural.org.br/continuumcrianca. Ele traz jogos como labirinto e sete erros, um vídeo com uma história misteriosa, criada por Angela Lago, além de uma rádio com músicas infantis da época dos seus pais (como Balão Mágico e Trapalhões).

Toda a programação é gratuita. Mas, para participar das oficinas, você precisa se inscrever com antecedência pelo telefone 0/xx/11 2168-1876.


Agenda Itaú Cultural:


Espetáculos:

O Voo do Pterodáctilo (Curupaco)
Dias 3 e 4 de outubro, às 16h

Felizardo (Banda Mirim)
Dia 10 de outubro, às 16h

O Menino Teresa (Banda Mirim)
Dia 11 de outubro, às 16h

Sapecado (Banda Mirim)
Dia 12 de outubro, às 16h


Oficinas:

Música e Brincadeiras (Curupaco)
Dias 3 e 4 de outubro, às 10h

Vivência Teatral e Musical (Banda Mirim)
Dias 10, 11 e 12 de outubro, às 10h


Local dos espetáculos e das oficinas: Itaú Cultural (av. Paulista, 149)

Mais informações: tel. 0/xx/11 2168-1776

Escrito por Gabriella Mancini às 12h03

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Caravana do teatro

Imagem: Divulgação

Espetáculo "Meninotauro" (Cia Furunfunfum)


A Caravana Noroeste vai seguir viagem. E com ela vão os grupos "As Meninas do Conto", "Cia Redemoinho" e "Furunfunfum", e quem mais quiser se juntar. A caminhada continua até maio de 2010, apresentando 17 espetáculos, todos gratuitos.

O caminho inclui os bairros Anhanguera, Brasilândia, Freguesia do Ó, Jaraguá, Perus e Pirituba, em São Paulo.


Confira as próximas paradas da caravana:

30 de setembro, às 14h, na Biblioteca José de Anchieta (r. Antônio Maia, 651, Perus) - "Os Três Porquinhos" (Cia Furunfunfum)

13 de outubro, no CEU Perus (r. José Bernardo de Lorena, s/n, Perus) dois espetáculos com As Meninas do Conto: às 10h, "As Velhas Fiandeiras", e às 14h, "Papagaio Real"

15 de outubro, às 10h e às 14h, no CEU Perus - "Histórias de Muito Antes de Ontem" (Cia Rodamoinho)

18 de outubro, às 15h, no CEU Perus - "Mãe D'Água" (Cia Rodamoinho)

30 de outubro, às 10h e às 14h, e 31 de outubro, às 15h, no CEU Perus - "O Meninotauro" (Furunfunfum)

Obs: "Caravanas" são viajantes que se juntam para atravessar o deserto com segurança.

Escrito por Gabriella Mancini às 11h11

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Dicas para o fim de semana

Imagem Divulgação


Dias de sol, tempo livre, e você dentro de casa? Temos uma ideia melhor.

No domingo pela manhã, você pode aproveitar a Oficina de Barbante Mágico, no SESC Santana, para construir figuras com barbante. 

À tarde, convide os pais para o "Dia da Família", no Centro Cultural Banco do Brasil. A atividade começa com um mini-parque. Em seguida tem o palhaço Koringa, que fará várias brincadeiras com as crianças.

Depois de rir bastante, você pode assistir ao filme "O Calhambeque Mágico" (dir. Ken Hughes), de 1968, que nunca esteve nos cinemas por aqui. A sessão será acompanhada por pipoca.

Por último, uma oficina com o inventor Daniel Warren para criar bugigangas e traquinagens, inspirados pelo carro maluco que voa. A ideia é montar um submarino com material reciclável. Ele até anda na água!


Oficina Barbante Mágico
Domingo, 27 de setembro, das 10h30 às 12h30
SESC Santana (av. Luiz Dumont Villares, 579)
Tel. 0/xx/11 2971-8700
A partir de 4 anos
Grátis. Inscrição no local


Dia da Família no CCBB
Domingo, 27 de setembro, a partir das 15 horas
Centro Cultural Banco do Brasil SP (r. Álvares Penteado, 112)
Tel. 0/xx/11 3113-3651
Grátis. Retirada de senha a partir das 10 h

Escrito por Gabriella Mancini às 15h53

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Um novo companheiro de escola

 

Dia 22 de setembro foi colocada em prática uma lei que vai mudar sua rotina no colégio: todos os alunos, de escolas públicas e particulares do país, terão que se reunir para cantar o hino nacional brasileiro pelo menos uma vez por semana.

A maioria das crianças sabe apenas a primeira parte da letra e se enrosca na segunda. Mas, mais difícil do que decorá-la, é entendê-la. Ela é cheia de palavras difíceis, pouco usadas pela gente.

A Folhinha dá uma ajudinha e esclarece o que algumas delas significam:


Parte I:

plácidas - tranquilas, calmas
brado - grito
retumbante - solene, espetacular
fúlgidos - brilhantes
penhor - garantia
límpido - claro, limpo
impávido - corajoso
colosso - gigante

Parte II:
fulguras - se destaca, brilha
garrida - vistosa, bela
lábaro - bandeira
ostentas - mostra com orgulho, exibe
flâmula - bandeira
clava - pau curto

Confira agora a letra completa:


HINO NACIONAL BRASILEIRO

Letra: Joaquim Osório Duque Estrada
Música: Francisco Manuel da Silva

Parte I

Ouviram do Ipiranga às margens plácidas
De um povo heróico o brado retumbante,
E o sol da liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da pátria nesse instante.

Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte!

Ó, Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!

Brasil, um sonho intenso, um raio vívido
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro resplandece.

igante pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza.

Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó, Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada, Brasil!

 

Parte II

Deitado eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!

Do que a terra, mais garrida,
Teus risonhos, lindos campos têm mais flores;
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida no teu seio mais amores.

Ó, Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!

Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro dessa flâmula
- "Paz no futuro e glória no passado."

Mas, se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.

Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó, Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada, Brasil!

Escrito por Gabriella Mancini às 19h10

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Sábado, 26/9, na Folhinha

 


Síndrome de Pinóquio

As mentiras que as crianças contam


Cinema
Pequenos ETs bagunçam as férias de uma família

 

Plantas carnívoras
Saiba mais sobre essas comilonas

 

Livros
Confira dicas de lançamentos

 

Escrito por Gabriella Mancini às 17h02

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Altas emoções

Imagens Divulgação



Pela terceira semana seguida, o filme "Up, altas aventuras" (Pixar/Disney) é o campeão de bilheteria no país. Essa divertida animação tem provocado gargalhadas, mas também lágrimas nas crianças.
 
Conta a história do velhinho Carl, que resolve realizar um antigo sonho de sua falecida esposa. Para isso, constroi uma casa que voa com a ajuda de balões de gás. No caminho, o garotinho Russell se junta à viagem e se torna seu parceiro de aventura.
 
O curioso é que as crianças se emocionam em diferentes trechos do filme. Carolina Perrota, 10, achou triste a parte em que um cachorro é maltratado pelos outros. "Como eu adoro cachorro, tive muita dó".
 
Já Mariana Vieira Pereira, 10, se emocionou em outro momento. "Quase chorei quando o pássaro gigante ficou entalado e quase morreu, e também quando a esposa do velhinho morre", conta. "Mas também dei muita risada. Deu vontade de assistir de novo."
 
Rafael Sant'Ana Ferreira, 9, saiu do cinema pensativo, mas não triste. "Fiquei emocionado na hora em que a mulher do Carl morre e ele fica sozinho. Mas ainda bem que depois melhora com a chegada do Russell."
 
A psicóloga Silvia C. S. Karacristo destaca alguns dos temas delicados que estão no filme: velhice, busca pela realização de um sonho, amizade, morte, ausência do pai. "Como são temas universais -quer dizer, conhecidos por todos- emocionam todas as crianças, cada uma de uma maneira diferente."
 
Ela diz que filmes com temas fortes não precisam ser evitados. "Especialmente quando tratados com sensibilidade e delicadeza, como em 'Up, altas aventuras'. Esses filmes nos ajudam a lidar com as emoções."
 
E você, o que achou do filme? Chorou, deu risada, se emocionou? Escreva para o blog e conte pra gente!


Escrito por Gabriella Mancini às 13h55

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Festa das Letrinhas

Imagem Divulgação


O dia das crianças está chegando, e a festa começa cedo. No próximo sábado, vários escritores se reúnem na Livraria da Vila para comemorar a data com oficinas, contação de histórias, exposição e lançamento de livros. Todas as atividades são grátis.

Confira a programação:

De 10h30 às 12h
Lançamento do livro "A duna do tesouro", de Roney Cytrynowicz
Oficina "Enrolando histórias", com Márcia Brito: as crianças
confeccionam bonecos de pano e inventam histórias com eles
 
De 12h às 13h30
Lançamento do livro "O medo e o mar", de Maria Camargo
Contação de histórias com Kiara Terra
 
De 15h às 16h30
Lançamento do livro "Carvoeirinhos", de Roger Melo
Exposição de imagens e contação de histórias com o autor

De 16h30 às 18h
Lançamento do livro "Poesias do Nilo", de Giller Eduar
Oficina de ilustração com o autor 

Festa das Letrinhas
Sábado, 26 de setembro, das 10h30 às 18h30
Livraria da Vila (rua Fradique Coutinho, 915)
Tel. 0/xx/11 3814-5811
Grátis

Escrito por Gabriella Mancini às 15h41

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Bichos em família

Imagem Divulgação

 


A trilha sonora nos leva para uma tribo indígena. Enquanto isso, no palco, uma tartaruga gigante carrega o cenário. Seu casco vira rio, oca, selva. Sobre ela, 50 bonecos mostram pais e filhos tentando se entender no meio da selva amazônica.

Os personagens de "Filhotes da Amazônia", novo espetáculo da Cia Pia Fraus, são bichos, mas bem poderiam ser gente. Tem um passarinho que aprende a voar com a ajuda da mãe, um filhote de sapo desafinado trazendo problema para um coro, e um índio contando história para a família.

O espetáculo estreia neste sábado, 26 de setembro, e faz parte das comemorações dos 25 anos da Cia.

FILHOTES DA AMAZÔNIA
De 26 de setembro a 13 de dezembro
Sábados e domingos, às 16 horas
Teatro Sérgio Cardoso (rua Rui Barbosa, 153. Bela Vista)
Tel. 0/xx/11 3288-0136
Classificação indicativa: livre.
Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia entrada)

 

Escrito por Gabriella Mancini às 19h40

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Um circo de arrepiar

Imagem Divulgação


Hoje tem palhaçada? Não tem, não, senhor.
Hoje tem marmelada? Não tem, não, senhor.
E o palhaço, o que é?

Bem, no "Circo dos Horrores", ele é um tipo bem assustador!

Estamos falando da "Hora do Horror", que acontece todo ano no parque temático Hopi Hari, e desta vez ganha ares circenses. O cenário é o circo, mas as gargalhadas foram trocadas por gritos e sustos.

Quando começa a anoitecer, uma trilha sonora especial prepara o público para entrar num misterioso picadeiro. Mas em vez de bichinhos fofos e belas bailarinas, quem toma conta do palco -e das ruas do parque- são aberrações, ciganas, atiradores de faca, palhaços com caras horripilantes!

Uma das principais atrações é a Direversi, montanha-russa que faz o caminho ao contrário. Tem também túneis tematizados, cheios de suspense.

O programa é indicado para crianças a partir de 8 anos - e que adoram sentir frio na barriga e arrepios pelo corpo.

Circo dos Horrores
Onde: Hopi Hari (rodovia dos Bandeirantes, km 72 – Vinhedo)
Quando: até 18 de outubro. De quinta a domingo, de 18h30 às 21 horas
(exceto nos dias 26 de setembro e 8 de outubro)
Ingresso: R$ 49,90 (antecipado) e R$ 59,90 (bilheteria)
www.hopihari.com.br

Escrito por Gabriella Mancini às 18h50

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Por dentro do cinema

Foto: Lívia Rojas


O FICI - Festival Internacional de Cinema Infantil - termina domingo, mas ainda dá para aproveitar as oficinas de animação que o evento oferece para toda a família. Para participar, não é preciso fazer inscrição.

Prepare-se para criar seus próprios filmes!

Sensibilização com equipamentos óticos
(zootropios e fenacistoscópios)
Entre em contato com os primeiros passos do cinema. Em mesas com material para desenho e aparelhos especiais, as crianças criam pequenas animações em tiras de papel.

Videografismo
Aprenda a animar usando o computador, desde jogar a imagem dentro dele até montar uma cena. Nesta oficina, as crianças preparam um pequeno trecho de animação utilizando a técnica do chroma key.

As oficinas acontecem das 11h às 18h. Cada sessão dura aproximadamente 15 minutos.

Oficina de Cinema de Animação
Dias 19 e 20 de setembro, a partir de 11h
No saguão do Cinemark Eldorado (av. Rebouças, 3970, loja 410)
Grátis
http://www.festivaldecinemainfantil.com.br/

Escrito por Gabriella Mancini às 23h08

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Sábado, 19/9, na Folhinha


Baleia à vista

A espécie franca-austral visita Santa Catarina para acasalar, ter filhotes e amamentá-los


Exposição
Divirta-se na casa do cientista Arquimedes Sombra


Livros
Marcelino Pedregulho chega ao país depois de 40 anos


Esporte

Prepare seu fôlego para a Viradinha Esportiva 

Escrito por Gabriella Mancini às 13h01

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Sou caipira, sim senhor!

Fotos Silvia de Moura

Integrantes da Congada Santa Ifigênia

Até domingo você tem a chance de conhecer músicas e danças típicas do Estado de São Paulo, além de experimentar comidinhas regionais, andar em carro de boi e tirar a sorte no realejo.

Ah, não sabe o que é realejo, né? É uma caixa de música que só toca se alguém girar uma manivela. Em cima da caixa, fica uma gaiola com um papagaio. Ele é o encarregado de tirar um papelzinho no qual está escrito o seu destino -claro que é de brincadeira!

Bem, você pode conferir tudo isso de perto no evento Revelando São Paulo - 13º Festival da Cultura Paulista Tradicional, que acontece no parque da Água Branca.

Há ainda espaços com artesanatos feitos por de diversas etnias indígenas e por moradores de várias cidades do interior. A Folhinha foi conferir a festa e viu de perto um grupo de congada -dança de origem africana.

A Congada de Santa Ifigênia, de Mogi das Cruzes, existe desde 1982 e fez, no domingo, uma longa apresentação com tambores e cântigos que mais lembravam rezas. Os integrantes usavam chapéus enfeitados com fitas. E agradeceram com uma música os aplausos que receberam do público.


Brunielen com a avó Iracema Afonso

A menina Brunielen Lourranea Afonso de Orcena, 7, participa do grupo desde que tinha dois anos de idade. Ela toca chocalho e diz que canta as músicas para todos os santos, mas, em especial, para Santa Ifigênia (a protetora dos lares).

13º Festival da Cultura Paulista Tradicional
Onde: parque da Água Branca (av. Francisco Matarazzo, 455, Água Branca, São Paulo).
Quando: até 20/9, das 9h às 22h.
Quanto: grátis.

Escrito por Silvia de Moura às 19h44

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Adeus aos monstrinhos

Imagem Divulgação

Mac, Blu e os amigos imaginários

Quando mais novos, costumamos inventar amigos imaginários para nos sentir menos sozinhos. Mas à medida que crescemos eles vão sendo abandonados, coitados. Ainda bem que alguém resolveu pensar no lado deles! 

No desenho "Mansão Foster para Amigos Imaginários", exibido pelo canal pago Cartoon Network, foi criado um lar para adotar as invenções abandonadas por seus donos.

A má notícia é que a série vai se despedir em breve. No próximo domingo será exibido o episódio final, "Adeus ao Blu". A boa notícia é que a Cartoon preparou uma maratona especial para consolar os fãs.

Das 10h às 22h, o canal exibe os episódios favoritos do criador do desenho, Craig McCracken (o mesmo de As Meninas Superpoderosas), além do filme "Destino: Imaginação", em que uma caixa aparece misteriosamente na porta da mansão, com um aviso: não abra!

Maratona Mansão Foster
Domingo, 20/9, de 10h às 22h, no Cartoon Network
www.cartoonnetwork.com.br/

Escrito por Gabriella Mancini às 14h46

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Você no museu

Imagem Divulgação

Museu da Língua Portuguesa por dentro


O que é a língua portuguesa?

Se você tem uma resposta bem criativa para esta pergunta, inscreva-se no concurso "Idiomaterno – uma definição para a Língua Portuguesa", organizado pelo Museu da Língua Portuguesa.

Os dez melhores textos ficarão em destaque numa das paredes do museu. Cada definição deve ter no máximo 25 palavras.

O concurso estará aberto até 30 de setembro. O regulamento completo está no site www.museudalinguaportuguesa.org.br.

Escrito por Gabriella Mancini às 16h16

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Leitura em grupo

Imagem Divulgação

Museu da Língua Portuguesa



Como a dança, a música e o teatro podem nos ajudar a ler e escrever? Confira a resposta no curso "Roda de Leitura na Arte de Representar", coordenado pela atriz e produtora cultural Fátima Antonelli.

A ideia é que as crianças produzam suas próprias histórias e entendam a leitura por meio de dança, música e interpretação.

Primeiro elas leem um texto em grupo. Em seguida relaxam, ouvindo uma canção instrumental e imaginando uma "viagem". Depois contam o que imaginaram, como num teatro. E, por fim, desenham os lugares que visitaram em pensamento.

Não é necessário fazer inscrição, mas pais e filhos devem chegar com meia hora de antecedência.


Roda de Leitura na Arte de Representar
Museu da Língua Portuguesa (praça da Luz, s/nº, Centro)
Quintas-feiras, de 14h às 17h
Até 29 de outubro
Indicado para crianças de 6 a 12 anos
Grátis
www.museulinguaportuguesa.org.br

Escrito por Gabriella Mancini às 14h23

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Pinguim na livraria

Imagem Divulgação

Cansado da mesmice, o pinguim Orozimbo sai do Polo Norte para viver novas aventuras. Pega uma carona com o navegador Amyr Klink e vem parar em terras brasileiras. Vivendo num sítio, Orozimbo tentará se adaptar à nova vida com a ajuda de vacas, patos e galinhas.

Um pinguim na roça, será que isso vai dar certo? É o que você descobre lendo "Um Pinguim Tupiniquim" (ed. Girafinha, R$ 27), de Índigo.

O lançamento do livro será hoje, às 18h30, na Livraria da Vila (r. Fradique Coutinho, 915)

 

Escrito por Gabriella Mancini às 17h17

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Achados e perdidos


Folhinha desse sábado trouxe uma matéria sobre crianças distraídas, que perdem tudo por aí.

Mas, afinal, para onde vão os objetos esquecidos?

Muitos são levados aos “Achados e Perdidos”, locais que guardam os objetos abandonados. Eles são armazenados em saquinhos individuais e organizados por categorias: documentos, carteiras, objetos pequenos, dinheiro, celulares, infantis. Ficam guardados geralmente por 60 dias. Depois disso, se o dono não aparecer para recuperá-los, são doados a instituições cadastradas.

Visitamos alguns “Achados e Perdidos” (Terminal Tietê, CPTM, Metrô, Colégio São Luiz e Shopping Eldorado) para saber o que as crianças andam esquecendo por aí.

Os objetos mais esquecidos são urso de pelúcia, 1 pé de sapato, casaco e brinquedos em geral. E os adultos perdem algumas esquisitices:  cadeira de rodas, dentadura, muleta, televisão e até um clarinete!


Achados e perdidos do Shopping Eldorado - infantis

Escrito por Gabriella Mancini às 13h38

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Crianças avoadas

Na Folhinha de ontem você conferiu uma matéria sobre a turma dos esquecidos, que perdem tudo por serem muito distraídos.

Crianças assim inspiraram alguns escritores a criar histórias bem bacanas. Destacamos duas delas:

Imagens: Divulgação

 

Carteiro de bonecas

Numa manhã no parque, o escritor Franz Kafka ouviu o choro mais doído do mundo: era choro de menina que perdera a boneca. Como fazer para consolá-la?

Ele teve uma ideia bem diferente: inventou que a boneca não tinha se perdido. Tinha era viajado! E a cada lugar que visitava, enviava uma carta para sua dona. Ele, o carteiro de bonecas, estava encarregado de entregar as mensagens para a menina.

Assim nasce uma amizade entre o escritor e a dona da boneca, escrita em cartas e registrada no belo livro "Kafka e a boneca viajante" (ed. Martins Fontes, R$ 27,90).

 

 

Foi parar no Beleléu

Para onde vão os objetos perdidos? Alguns para o setor de "Achados e Perdidos". Outros, para o Beleléu.

O livro "No Reino Perdido do Beleléu", de Maria Heloísa Penteado (ed. Ática, R$ 20,90), apresenta Zé Léo, um menino muito esquecido. Tudo do Zé Léo "sumia", até que um dia ele também desapareceu. Foi parar no Beleléu, atrás das coisas perdidas.

Sua irmã Valdomira parte em busca do garoto, que enfrentará várias provas para conseguir voltar à sua terra.

Escrito por Gabriella Mancini às 09h41

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Senhor saúde

Imagens Divulgação

Magnús, como Sportacus, e a turma de
Lazy Town

 

Confira a entrevista completa com Magnús Scheving, criador do desenho Lazy Town.


Você é ator, diretor, produtor, escritor... Como consegue fazer tanta coisa?


E também sou marido e pai! Quando eu trabalhava como carpinteiro, costumava dar aula de ginástica no horário de almoço. Tarde da noite, me apresentava como dançarino em clubes. Aos finais de semana, trabalhava como ator e produtor em comerciais. Eu sempre tive muitos trabalhos e é assim que eu gosto.


Como foi sua infância?


Cresci em uma cidadezinha da Islândia. Pude me divertir na rua e em contato com a natureza. À noite, me reunia com meus amigos para representar cenas de filmes de super-heróis para outras crianças. Minha dica para os meninos do Brasil e do mundo inteiro é: usem a imaginação.


Como surgiu a ideia dessa série?

Percebi que não havia um personagem que fosse modelo de saúde para as crianças. O mercado está lotado de produtos nada saudáveis, e quis fazer algo contra essa tendência.


Na série os atores aparecem ao lado de bonecos e cenários feitos em computador. Como isso é feito?


Primeiro os atores e os bonecos são gravados, e, às vezes, acrescentamos o cenário com computação. Misturando tudo isso, conseguimos criar um visual único. O bom de trabalhar com atores de verdade é que eles garantem mais emoção à série. Mas, por outro lado, os bonecos nos dão mais liberdade para brincar com o humor _e não envelhecem.


Qual o seu episódio favorito da primeira temporada?


É difícil escolher só um. Adoro todos: um por ser muito agitado, outro por ser bem engraçado ou ainda por incluir minha canção favorita. Mas eu tenho que citar "O Jogador Robô". Nesse, todas essas razões aparecem juntas. E foi um desafio fazer os bonecos jogarem futebol.


Magnús de "cara limpa"

Escrito por Gabriella Mancini às 09h17

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Sábado, 12/9, na Folhinha

Turma dos avoados
Crianças distraídas contam seus truques para ajudar a memória


Livros e mais livros
Confira novidades fresquinhas da 14 Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro


Orquestra de legumes

Saiba como é possível criar instrumentos com alimentos como abóbora e cenoura

Senhor saúde

Leia entrevista com o criador do desenho "Lazy Town", Magnús Scheving

 

Escrito por Gabriella Mancini às 16h43

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Bastidores da animação

Imagem Divulgação

 

Quer aprender com os mestres como se faz uma animação? Então confira o especial "Cultura Animada", que a TV Cutura exibe hoje, às 19h30.

O programa mostra bastidores e curiosidades sobre o longa "Up - Altas Aventuras", making of da animação brasileira "Minhocas" (que vai estrear em 2010), entrevista com Mauricio de Sousa sobre o novo filme em 3D, e ainda um bate-papo com a equipe da Meliès, escola de cinema de animação de São Paulo, que ensina algumas técnicas.

www.tvcultura.com.br


Escrito por Gabriella Mancini às 11h29

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Páginas e páginas de atrações

Além dos vários lançamentos, a Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, que começou hoje, traz 84 atividades para o público infanto-juvenil. Entre elas, oficinas, contação de histórias, tarde de autógrafos e bate-papo com escritores.

Confira os destaques da programação:
Imagem Divulgação

Floresta de Livros
De 10 a 20/9

É o maior espaço da bienal, aberto todos os dias do evento. Nessa floresta interativa, as crianças entram em contato com a leitura de um jeito diferente, por meio de sons, imagens e toque. A floresta é formada por árvores “falantes” que, com letras no lugar de folhas, narram trechos de livros; um livro mágico, quando as crianças o tocam, revela páginas de obras importantes; e ainda uma sala secreta, onde os pequenos podem ler alguns livros para os colegas, ocupando um palco com microfone. Ao final do passeio, uma clareira serve de palco para oito apresentações diárias, com formas animadas e mímica.


Estande da Editora Record
Dia 12/9, das 15h às 19h
A personagem Chapeuzinho Amarelo, criada por Chico Buarque e desenhada por Ziraldo, organiza diversas atividades ligadas ao livro.


Editoras Florescer/Rovelle
Dia 12/9, às 15h - Oficina “Cantando o Cordelinho”. Chico Salles narra a história do cordel, além de cantar e tocar instrumentos.
Dia 19/9, às 11h - Bate-papo e contação de histórias sobre o Carnaval carioca. Com Neusa Rodrigues, professora e autora do livro “Tequinho, o menino do samba”.


Editora Melhoramentos
Tarde de autógrafos com os escritores Ziraldo (12/9, 13/9, 19/9 e 20/9, às 15h30) e Mauricio de Sousa (12/9, das 12h às 14h), com a presença dos personagens Mônica e Cebolinha.


Editora Paz e Terra
Dia 19/9, às 17h
“Pequena Oficina de Gastronomia” - a chefe Tiça Magalhães ensina a fazer sanduíches e sucos saudáveis e gostosos. As receitas estão no seu livro “Prato do Dia para as Crianças”.

A programação completa está no site www.bienaldolivro.com.br

Escrito por Gabriella Mancini às 20h04

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14a Bienal do Livro

Livros para todo lado, de todo os tipos. Pequenos e grandes leitores à procura de novas histórias. Escritores curiosos para ouvir a opinião sobre obras que acabam de sair do forno.

Começou hoje a 14a Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, um encontro entre quem gosta de ler e quem adora escrever. 

Na Folhinha deste sábado, você conhece alguns lançamentos que são destaques na Bienal, como "Uma Menina Chamada Julieta", novo livro de Ziraldo. Mas são tantas opções, e tão bacanas, que não resistimos e resolvemos dar mais algumas dicas também no blog:


Palavra lida e cantada

As músicas do Palavra Cantada são tão gostosas quanto uma brincadeira. E que tal brincar ao som de suas canções? No livro “Vamos Brincar de Roda” (ed. Caramelo, R$ 39,90), Sandra Peres e Paulo Tatit, junto ao ilustrador Suppa, convidam a gente a dar as mãos ao som de A Barata, O Cravo Brigou com a Rosa e mais 15 canções. As músicas estão no cd que acompanha o livro.


Histórias de família

Quando seus pais te pedirem para passar uma tarde ao lado do seu avô que conversa pouco e fica sempre sentado em uma pracinha ou na varanda de casa, não se desespere. Ele pode estar ocupado pastoreando nuvens, como o avô de “O Colecionador de Manhãs”, de Walther Moreira-Santos (ed. Formato, R$ 28). Também pode ter histórias emocionantes para contar, como a do menino que, um belo dia, encontrou cartões-postais do pai marinheiro que ele não conhecia. Os dois contos estão no mesmo livro, com lindas ilustrações.


Desejos na ponta do lápis
 
Tudo o que a Rainha do Lápis quer, ela consegue de um jeito bem simples: desenhando. Rabisca reinos, inventa animais, viaja no avião rascunhado, faz justiça com a borracha. Ela é a estrela de "A Rainha Rabiscada", livro de Sylvia Orthoff (ed. FTD, R$ 23,90).


História espichada
 
Quando uma história é muito boa, porém curtinha, deixa um gostinho de quero mais. Mas quando isso acontece com um Rei, essa vontade vira ordem. No livro "A História Mais Longa do Mundo", de Rosane Pamplona (ed. Brinque-Book, R$ 27,50), todos querem agradar o rei encontrando um conto longuíssimo. Contadores de histórias do mundo inteiro vêm em busca da recompensa, 500 moedas de ouro. Mas os narradores vão ter trabalho pois esse rei é difícil de agradar... As histórias são acompanhadas pelas divertidas ilustrações de Tatiana Paiva, que parecem colagens com papelão.


Em busca do paraíso das cores

Paul Gauguin, pintor francês que nasceu no século 19 viajou por toda a Europa procurando um lugar que tivesse sol e muitas cores vibrantes, para que os seus quadros fossem mais bonitos. Mas ele só encontrou o que buscava no Taiti, ilha da Polinésia Francesa, que fica no oceano pacífico. Lá, ele descobriu como colocar em seus quadros as emoções que sentia vivendo em um lugar tão bonito. No livro “Gauguin e as Cores dos Trópicos”, de Berenice Capatti e Eva Adami (ed. SM, R$ 28) as ilustrações são inspiradas na obra do artista e dá para conhecer alguns dos seus quadros mais famosos.

14ª Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro
Onde: Riocentro - av. Salvador Allende, 6.555; tel. 0/xx/21/3035-9204
Quanto: de R$ 6 a R$ 12
Até 20/9
www.bienaldolivro.com.br

Escrito por Camilla Costa e Gabi Mancini às 18h24

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Clarice pede desculpas


Imagens: Divulgação
 

Imagine que situação: você pede para sua mãe tomar conta dos seus peixinhos vermelhos enquanto estiver longe de casa. Quando você volta, os peixinhos morreram porque ela se esqueceu de alimentá-los. Você a perdoaria?

Esta história está no livro "A Mulher que Matou os Peixes", que Clarice Lispector escreveu em 1969 e agora virou peça de teatro da Cia. Imago. O delicado texto foi escolhido para comemorar os 10 anos de carreira do grupo.

A peça é narrada pela personagem Clarice, dona da história e responsável pela morte dos peixinhos. Ela conta para as crianças sobre sua relação com vários bichos: alguns convidados a entrar em sua casa, como a macaquinha Elizete, e outros não convidados, como baratas e lagartixas. Com isso quer demonstrar seu amor pelos animais e explicar que matou os peixinhos sem querer.

"Cada bicho é uma viagem diferente que Clarice convida a criança a fazer. No espetáculo, cada um ganhou um trecho de música conhecida. A miquinha Elizete, por exemplo, aparece ao som de 'O que é que a baiana tem?'
pois estava vestida como uma baiana quando Clarice a encontrou", conta o diretor Fernando Anhê, um apaixonado pela obra de Clarice Lispector.

Os bichos são bonecos manipulados com a técnica do teatro negro. Nela os atores, vestidos com roupa preta, ficam "invisíveis" e os bonecos parecem mover-se sozinhos, como mágica.

Ao final do espetáculo, a pergunta que Clarice faz no livro é mantida: "Vocês me perdoam?"

Serviço:
A Mulher que Matou os Peixes, com a Cia. Imago
Sábados e domingos, às 16h
Centro Cultural São Paulo (r. Vergueiro, 1.000)
Tel. 0/XX/11 3397-4002
Ingresso: R$ 10
Indicado para crianças a partir de 3 anos
Até 1o de novembro

Escrito por Gabriella Mancini às 14h28

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Batucada com o Tatu-Bola


Imagem: Divulgação


Tatu-Bola é um carrinho que, quando aberto, revela todo tipo de material e convida a brincar. É também o nome de um projeto criado em 2008, com oficinas artísticas para crianças e pais. 
 
A cada sábado de setembro, o projeto Tatu-Bola oferece uma oficina diferente. No dia 12, a Oficina de Percussão trabalha o ritmo com a voz, o corpo e elementos de percussão. Os participantes podem levar sucata para brincar de improvisar.

Não precisa se inscrever, mas é bom chegar cedo para garantir lugar (são 25 vagas).
 

Serviço:
Oficina de Som Tatu-Bola
Sábados, de 11h às 13h
Até 26 de setembro
Centro Cultural São Paulo (r. Vergueiro, 1.000)
Tel. 0/XX/11 3397-4002
A partir de 4 anos. Grátis
www.centrocultural.sp.gv.br

Escrito por Gabriella Mancini às 15h17

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Histórias de um palhaço


Foto: Adriano Escanhuela

 


Em agosto aconteceu o 2o Festival de Teatro Infantil em Salto (São Paulo). Os espetáculos eram apresentados por um palhaço que não deixava ninguém levar o evento a sério: Leandro Calado, 27. Por onde passava, arrancava sorrisos e gargalhadas.

Depois de rir bastante com suas piadas e o espetáculo "O Grandessíssimo Circo das Pulgas", apresentado no festival, a equipe da Folhinha conversou com Leandro para saber um pouco da sua paixão pelo circo.

 

Quando você descobriu que sabia fazer rir?
Acho que com oito anos eu já gostava de fazer os outros rirem. Gostava de fazer sombras, imitar pessoas. Hoje em dia ainda adoro fazer isso. [Leandro fez sombras - caminhar atrás de alguém imitando seus gestos - durante o festival]. Mas não era muito bom contando piada, não!

Com quantos anos entrou no circo? Como foi?
Eu entrei no circo já com 20 anos. Aí me apaixonei por ele e fui morar lá. Quando eu cheguei, não sabia nada. Até que sentei com um cara que faz globo da morte, com 60 e tantos anos, e escutei as histórias dele. Para o pessoal do circo, essas histórias maravilhosas são tão normais que não dão mais ouvido aos velhos. Para mim, era algo novo. Então o que eu fiz durante o tempo que eu morei no circo? Eu escutei histórias.

E são muitas... Eu viajei o mundo com o circo, me casei com uma trapezista... Então o que eu faço hoje é pegar as histórias que eu vi no circo e colocar nos espetáculos.

Conte alguma pra gente.
Ah, eu adorava ver as crianças de circo, os filhos dos artistas... Elas assistem ao circo todo dia, então a brincadeira delas é fingir de mágico, de palhaço.. Pegam meias americanas da mãe, quando rasgam, e fazem a rede do trapézio. Pegam varetinha e fazem bonequinhos com os personagens do circo. É um mundo muito mágico.

Dê uma dica para as crianças contarem piada.
Você tem que acreditar no que está contando. Senão as pessoas percebem e ninguém acredita. E o principal: você tem que ser o primeiro a se divertir com suas piadas!



Leandro Calado e seu "Grandessíssimo Circo de Pulgas"

 

No site da Companhia Mimicalado, você confere vídeos dos espetáculos de Leandro:

www.mimicalado.com.br

 

Escrito por Gabriella Mancini às 19h35

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Sábado, 5/9, na Folhinha

 

 

 


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Escrito por Gabriella Mancini às 12h27

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Sábado maluco

Imagem: Divulgação


Que tal experimentar um programa diferente neste sábado? Os palhaços-cientistas da Mad Science convidam para uma oficina em que você aprende ciências brincando.

Primeiro os cientistas malucos fazem experiências de laboratórios e ensinam sobre eletricidade, laser, espaço sideral e furacões.

Claro que vendo isso você ficará louco para mexer nos tubos de ensaio e fazer sua própria fumacinha. Fique tranquilo: a oficina é interativa e no final os participantes são convidados a produzir seus próprios experimentos. Vale tudo!

Para participar, não precisa fazer inscrição. É só chegar, com muita curiosidade e animação.

Show-oficina Mad Science
Sábado, 5 de setembro, às 16h
Livraria da Vila (r. Fradique Coutinho, 915)
Tel. (11) 3814-5811
Grátis
www.livrariadavila.com.br

Escrito por Gabriella Mancini às 13h09

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Boneca de rua


Imagem: Divulgação


Este é o último final de semana para você conhecer a boneca de pano Bambolina. Ela foi dispensada por sua dona e jogada pela janela. E vida de boneca abandonada não é nada fácil!

No espetáculo teatral "As aventuras de Bambolina", da Cia. Pia Fraus, a boneca vai de um lado para outro, feito peteca. Passa pelas mãos de um mendigo, dois meninos de rua, um policial, um lixeiro, até encontrar um lugar onde as mãos são usadas para acolhê-la.

O espetáculo foi inspirado no livro de mesmo nome, escrito por Michele Iacocca e feito apenas com figuras. O estilo do livro combinou com o jeito da Cia. Pia Fraus fazer teatro: com poucas palavras e belas imagens.

Curiosidade: pia fraus significa "mentirinha contada com boas intenções".

As aventuras de Bambolina
CAIXA Cultural São Paulo (Praça da Sé, 111)
Sextas e domingos, às 15h
Sábados, às 15h e às 17h
Duração: 50 minutos
Até dia 6 de setembro. Classificação livre
Grátis

Escrito por Gabriella Mancini às 14h49

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Encontro curioso


Alunos do colégio São Domingos


Uma tarde gostosa, com olhinhos curiosos dos dois lados: a equipe da Folhinha querendo saber o que as crianças acham do jornal; os alunos, ansiosos por conhecer os bastidores desse suplemento.

Assim é o projeto "Troca de Leituras", que acontece desde abril nas escolas de São Paulo. Dia 28 de agosto foi a vez de encontrar os alunos do Colégio São Domingos. Participaram trinta e um estudantes do 5o ano, com idade entre 9 e 11 anos. Eles leram duas edições da Folhinha, com as matérias de capa “Se eu fosse um mosquitinho” (18/4) e “Famílias conectadas” (29/5), e opinaram sobre cada pedacinho do jornal.

Os alunos estão preparando a primeira edição do jornalzinho da escola. Cada estudante fará uma matéria a partir do tema que selecionar. Gabriel Figueiredo escolheu os quadrinhos porque é muito bom de desenho. Matheus Siqueira preferiu escrever sobre futebol; Pedro Nacca falará sobre esportes. Beatriz Fortes e Maria Vitória Cannalonga vão escrever sobre as fofocas do colégio. João Pedro de Souza e Nuno Morais, sobre games, que eles adoram. E o Victor Kagan, que toca guitarra, escolheu como tema a música.

O jornal tem até uma editora (que supervisiona todas as matérias), a aluna Maria Luísa Porfírio. Ela contou que eram dezenove participantes no jornal, mas agora são dezoito porque “um pediu demissão”.




Por causa do projeto, os alunos estavam curiosos para saber como é feito um jornal. Perguntaram há quanto tempo existe a Folhinha, quantas pessoas ajudam a fazer o suplemento, se o trabalho é muito cansativo, qual a idade dos nossos leitores.

Nossa equipe, representada pela repórter Gabriella Mancini, respondeu às perguntas e depois quis saber o que as crianças acham da Folhinha. A maioria já conhecia o jornal. Camila Françoso gosta muito das entrevistas com as crianças, que chamou de “matérias faladas”. 

Os meninos pediram mais dicas sobre jogos e mais quadrinhos. As meninas querem mais matérias sobre os programas de TV da Disney. E João Cecci pediu por mais poesias para ler na Folhinha.

Gabriel, leitor assíduo da Folhinha, se indignou: “Por que vocês tiraram os quadrinhos do Zézio? Eu gostava tanto dele”.  E duas alunas pediram pela volta dos quadrinhos da personagem Suriá, criada pelo desenhista Laerte.

A Troca de Leituras ajuda a gente a pensar em como fazer um jornal cada vez melhor. Se a sua escola tem interesse em participar, peça ao professor para mandar um e-mail para a gente (folhinha@uol.com.br). Quem sabe não nos encontramos?

Escrito por Gabriella Mancini às 16h12

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Blog da Folhinha O blog da Folhinha é um espaço virtual para interação das crianças com o suplemento impresso publicado pela Folha de S.Paulo aos sábados. É produzido pela editora, Patrícia Trudes da Veiga, pela editora-assistente, Gabriela Romeu, além de outros colaboradores.
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